Sempre me imaginei como mãe de meninas, aliás, tinha três nomes já escolhidos desde a infância/adolescência para quando elas me viessem parar aos braços, Beatriz, Carolina e Catarina, exactamente por esta ordem de preferência. Entretanto engravido dum primeiro rapaz e fiquei radiante, engravido do segundo e desejei secretamente que fosse outro rapaz. Eles cresceram e, o Diogo, com os seus 6 anos feitos pedia-me ocasionalmente uma mana e, mesmo depois de eu explicar e ele aceitar que não daria para escolher, manteve sempre essa preferência contagiando o Miguel. Queríamos mais filhos, e para nós seria totalmente indiferente e eu confesso que achava alguma graça a ser a única mulher no meio de mais quatro homens, mas o destino e a Natureza acharam por bem fazer a vontade aos meninos e a Beatriz já está a caminho.
Ana Beatriz para que se mantenha a tradição.
E eu, que tal como disse em cima, sempre me imaginei rodeada de meninas, dou por mim a pensar que não sei como me vou encaixar num mundo cor de rosa (não necessariamente, é certo), mas estou determinada a não me perder entre folhos, laços e rendas. A ver vamos...

2 comentários:
tão, mas tão feliz por vós.
estas notícias deixam-me sempre com um sorriso gigante na cara e confesso que até fiquei comovida.
que a Ana Beatriz venha cheia de saúde e com aquele jeitinho que só as meninas têm de levar sempre a água ao seu moinho (a minha já é perita nesta matéria!)
não te vais perder em nada... quer dizer, a não ser em mais um amor completamente incondicional.
As boas notícias são mesmo contagiantes. Um filho é uma alegria, sempre... Seja nosso, da amiga, da vizinha ou daquela miúda de quem lemos o blogue. Gosto tanto!!
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