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segunda-feira, 22 de abril de 2013

terça-feira, 16 de abril de 2013

O meu maior medo do momento

Entrar em trabalho de parto a meio da noite e não conseguir avisar o Diogo.

Actualizações Miguelísticas

E, desde há uma semana que estou em casa, em semi-pseudo-repouso! Ou seja, descansar o máximo possível, tendo em conta que o quarto não estava pronto, a mala idem idem, as compras finais aspas aspas e, algures a meio do meu dia um rapaz de 2 anos me entra em casa.
A verdade é que este descanso me está a saber pela vida! As dores na anca desapareceram, já não chego a mancar ao final do dia ( e sim, eu trabalho sentada), as dores nas costas começaram a dar tréguas, os meus tornozelos estão do tamanho dos de uma pessoa normal, as contracções reduziram imenso e o cansaço, que, se andava a traduzir em mau humor e falta de paciência está a desaparecer a olhos vistos! Basicamente, deveria ter parado uma semana antes, quando o cansaço apertava, apertava, mas o trabalho estava lá e, confesso, que me ia custar parar com tanta coisa pendente! Mas o corpo é sábio e, eu tinha a obrigação de saber disso, e tratou de me mandar um sinal para parar. Um aviso, que veio mais cedo do que o previsto, para que recolhesse aos aposentos e aguentasse este rapaz mais uns dias no quentinho da barriga!
E, ele cá está, a ultrapassar a barreira das 36 semanas, com a mãe dele a aguardar por sexta feira, para que cheguemos, sãos e salvos às 37!
Nos entretantos durmo o mais que posso durante a manhã e acompanho a sesta da tarde do Diogo, papo tudo o que é série cómica Fox Life (inclusive as 4h da manhã) e estico as perninhas sempre que posso. Deixo os esforços para quem tem bom corpo e vou aguardando, pacientemente, a chegada do meu novo amor!

segunda-feira, 11 de março de 2013


É sabido que adoro fotos, sessões de fotos mais ou menos profissionais, auto-retratos e fotos colectivas, álbuns de fotos organizados são a minha mais recente paixão e, assim sendo, foi com uma alegria e um espanto que, ontem à noite, recebemos este "presente" no meu facebook! Eu, e o pai das crianças, olhámos para a foto uma boa meia dúzia de vezes, partilhamos em faceboks e instagrams e agora aqui!
Estou in love!!

quarta-feira, 6 de março de 2013

It´s a boy!


Das tantas vezes que respondi o que esperava e, me perguntavam de seguida (quando não sabiam) o que é que eu já tinha e se apercebiam que iria ter "cromo repetido", muitas coisas ouvi, entre elas:

- Oh que pena!
-Está triste por não ser uma menina?
- Agora tens de ir ao terceiro para ver se tens a menina...
- Lá se foi o casalinho!!

Ou não respondo, ou discordo de tudo, a cada letra e vírgula!
Quem me conhece há muitos anos, sabe que sempre me imaginei como mãe apenas de meninas, tinha já 2 nomes escolhidos e, apenas um para menino. Sempre me imaginei rodeada d elaços e cor de rosa, a pintar unhas e a vestir e despir Barbies.
Às 12 semanas de gravidez do Diogo, soube que vinha um rapaz e fiquei, genuinamente feliz, como, estou certa, teria ficado se fosse uma Beatriz. Quando, em Agosto soube que estava grávida, senti que novo rapaz estava a caminho e, quando se confirmou, novamente às 12 semanas, mais feliz fiquei. Juro, juro! E, se algum dia tiver um terceiro, ou mesmo um quarto filho, tenho a certeza que ficarei encantada se vier novamente um rapaz. Ser mãe de meninos é maravilhoso. Sou, oficialmnete, a rainha da casa e gosto!
Gosto de me imaginar, daqui a uns anos, a viver rodeada com 4 homens (um marido e 3 filhos, entenda-se!), a ser a menina da casa e, obrigatoriamente, mimada por todos!
Por isso, se tivermos um terceiro filho não será para tentar a menina, mas sim porque me agrada a ideia de muita gente à minha volta, do sofá cheio ao final do dia, da confusão e do tanto mimo que um filho nos dá!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Para que serve o tempo dos relógios


Ando com estas palavras escritas na cabeça há mais dum mês, mas por isto ou por aquilo, não saem do sítio. Mas ontem, ao ler a sequência de posts da Ana (primeiro este e depois este) todas as ideias fizeram mais sentido e ganharam uma nova dimensão...
Vamos então aos factos...
Andava eu bastante preocupada, algures em Novembro e Dezembro com a dependência do Diogo a mim: a mamã veste, a mamã muda a fralda, a mamã deita, a mamã lê a história, a mamã era obrigatória para tudo e, quando não era eu, tinhamos berreiro na certa. E isto angustiava-me porque em Maio, este que agora não dá trabalho nenhum, estará cá fora, a precisar do meu tempo, da minha dedicação, do meu colo... Negar a um para dar a outro era coisa que me consumia, que me preocupava muito. Chamava a atenção ao Pedro, por vezes até lhe ralhava, que era urgente que investisse mais na relação com o Diogo para que a minha presença não fosse tão obrigatória, pressionava-o para isto e  para aquilo, com um medo latente do mês de maio e seguintes... E, em Janeiro chegam as férias no Brasil, calor, praia, piscina e eu com uma barrigaaaaaaa! Houve dias em que o cansaço me fez ficar em casa e não ir à praia, mas ia o Pedro com ele, as minhas brincadeiras com o Diogo na piscina eram mais calmas, mas as do pai eram mais malucas e divertidas. Chegámos a casa e, no final do dia, eu que, para além da mega barriga tenho o dobro das consultas, chego mais cansada e sem grande agilidade para correrias pela casa, para brincar aos cavalos e afins. E, de repente tudo muda e, para minha felicidade, já não sou tão ultra necessária para o seu bem estar. Continua apenas a imperativa necessidade de "a mamã deita", a "mamã lê" e "mamã canta o nana bem" e, isso parece-me justo...
E depois dos factos, a análise...
A verdade, é que o tempo serve para isto mesmo e, para que um dia após o outro nos acalme as angústias e, para nos mostrar que, quase tudo vai tendo solução. Não adiantam ansiedades e sofrimentos por antecipação, porque amanhã vai ser sempre diferente. Talvez seja por isto mesmo que, se houvem com frequência, pessoas mais velhas a dizer que não trocavam a serenidade dos 40 pela loucura dos 20. Estes pequenos acontecimentos (se formos capazes de os pensar assim) trazem calma para futuros medos e angústias e, acredito que isso não tenha preço. E os posts da Ana fizeram-me pensar nisto mesmo, que um dia acalma o anterior e nos ajuda a ver com outros olhos.
Gosto disto de ser uma menina crescida!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Dos sonhos que espero que não virem realidade

Esta noite, mais uma vez, sonhei com o nascimento do Miguel! Sonhei que aconteceu a 29 de Março, que ele tinha 2.900kg (o pararleismo numérico é muito bom) e que ao fim de 2 dias estávamos a vir para casa. Sonhei também que, nos primeiros 15 dias o Diogo o ignorou por completo.
Acordei confusa, incomodada e, só fazia contas às semanas que teria nessa data: 34!
Muito pouco, poucochinho, apesar de ter corrido tudo muito bem. Demorei para adormecer, fiquei com esta data a passear-me pelas ideias e com o medo de que isto se possa vir a tornar realidade.
Sei bem o porquê deste sonho (sou uma Freud em potência)... está relacionado, nada mais, na da menos, com o facto de me ter assustado ontem, quando me vi nua ao espelho. A minha barriga está gigante!!! Até o Pedro se assusta... À custa disto vou virar lord na minha casa e os esforços vão ser reduzidos ao mínimo e, assim sendo, frases como: Pedro, chega-me um copo de água, Pedro, pendura-me o casaco, Pedro, tira-me as botas, Pedro, blá blá bla... (Tadito!!)

A parte boa deste sonho, foi mesmo a alegria e amor que senti quando peguei no Miguel e, em sonhos, pensei que, ao contrário do que esperava, a emoção de ter um segundo filho nos braços era igualzinha à primeira vez!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Não passou assim tanto tempo...

...e eu já não me lembrava como era tremenda a azia da gravidez.
...e eu já não me lembrava das noites de sono recortado, como descrevi aqui.
...e eu já não me lembrava de como o aumento progressivo de tamanho, com consequente diminuição progressiva da mobilidade, eram apenas uma forma da natureza nos treinar a paciência para o que aí vem.

E se eu já não me lembrava, só quer dizer que depois volto a esquecer!! E isso é bom!

Tudo o resto está maravilha!!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Sabes que a tua barriga é desproporcional ao tempo de gestação quando, na mesma semana, 3 utentes, com nova consulta agendada para Janeiro/Ferevereiro, te desejam
"uma boa horinha"

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

A egoista que sou

Ponho-me a pensar no porquê de gostar de certas coisas e, apenas chego a uma conclusão: por puro egoismo.
Ora vejamos:
Adoro andar grávida, saber-me responsável por um filho que é nosso, mas que só eu protejo e alimento. Só eu o sinto, e mesmo que coloquem a mão na minha barriga, é em mim que ele mexe, é contra o meu corpo que o dele se empurra. Durante 9 meses, é só meu, digam o que disserem...
Adorei amamentar, fiz questão (e tive a sorte) de amamentar em exclusivo até praticamente aos 6 meses. Aqueles momentos eram só meus. O seu crescimento e sustento, durante aqueles meses apenas a mim cabiam, sentia aquela responsabilidade, e gozo confesso, de precisar de mim. Aquela dependêcia sabia-me a mel e terminou, algures nos 8 meses.
Sem intenção de tal, mas de forma natural (rima e é verdade), criou-se a rotina do deitar, comigo . Ora com a música, ora os livros, ou novamente as músicas que invento à sua escolha, a verdade, é que, de vez em quando, o pai quer "meter o bedelho" neste nosso momento e, sempre se ouve o Diogo: a mamã deita o menino! Não nego que gosto desta frase, mas resisto ao meu impulso de o roubar do colo do pai... Gosto de saber que sou a última a quem sente o cheiro, bem agarradinhos, no cadeirão, para duas ou três músicas, e depois na cama para os miminho nas costas e um "até amanhã filho-até amanhã mamã".
Se na gravidez e na mama não há como não ceder a este egoismo, em tudo o resto sou obrigada a virar altruista! Nada que não se consiga.
Sou só eu que sou assim?

Chegamos ao meio

E já se passaram outras 20 semanas, já se fez a ecografia morfológica, já se faz festas e conversas de barriga, já se sonha com o que vai acontecer daqui a outras 20.
E é verdade, verdadinha, quando dizem que não há duas gravidezes iguais. Sobram-me os enjoos e as dores de costas que, por esta altura, nas outras 20, já se tinham ido embora. Mas, felizmente, a balança agora é mais simpática e levo menos 3 kilos. Quer dizer, a balança mantém-se justa, eu é que ganhei juízo!
A barriga está imensa, as 2 meninas acima dela então, nem se fala... estão explosivas, e de cada vez que as vejo, só um pensamento me ocorre: Onde é que eu vou meter a subida do leite???

(atentem bem no volume da barriga na foto em baixo... e, sim, vamos a meio)

Diogo e o Mano



Na véspera de fazer o teste de gravidez, perguntei ao Diogo o que é que a mamã tinha na barriga, sendo que a sua resposta habitual era "um bigo", mas nessa noite disse-me "um bebé", em paralelo ao que costumava dizer quando falávamos da Tia Ju ou da Tia Pitú. O meu coração acelarou naquele momento e, na manhã seguinte, comprovamos que estava certo.
Poucas semanas se passaram (duas ou três), para que o Diogo me emocionasse, pela primeira vez, com o seu carinho pelo mano. Estava sentada no chão da cozinha, a falar ao telemóvel, enquanto o Diogo brincava à minha frente. De repente, vem até mim, levanta-me a camisola e fala para minha barriga: "Olá mano! Miminhos", enquanto me dava beijos e fazia festinhas. Não foi um gesto de imitação porque até à data ninguém o fizera, nunca lhe disse para o fazer e, aquele gesto derreteu-me por inteiro.
Raros são os dias em que o Diogo não me pergunta pelo mano Miguéu, especialmente se me vir de barriga de fora, inunda-me a barriga de beijos, miminhos, espeta a chupeta dele contra o meu umbigo, levanta-me os vestidos em qualquer sítio para ver o mano, oferece-lhe leitinho... Enfim, este meu filho não existe.
Raramente lhe falo do mano ou lhe peço beijos na barriga, raramente lhe lembro a existência dum bebé na minha barriga, mas ele está em constante lembrança.
Ontem, fomos à consulta e, ao chegar a casa, o Pedro disse-lhe que tinhamos ido ver o mano. Foi a loucura da informação! Não me chegam os dedos das mãos (nem dos pés), para contabilizar o número de vezes que o Diogo me perguntou pelo mano, me mexeu na barriga, me obrigou a levantar a camisola. Ele ficou confuso, perguntou-me outras tantas vezes "Mamã, onde viste o mano?" enquanto olhava para a minha barriga e apenas via um umbigo... Foi, sem dúvida, informação a mais para aquele carequinha!
Não tenho dúvidas que ele já percebeu o que se está a passar, que entende que, qualquer dia, o mano estará cá fora, tal como aconteceu com a prima Matilde, agora com um mês. E tive essa certeza com a seguinte situação: ao chegar a casa dos meus pais para o ir buscar, a minha mãe pergunta ao Diogo "Diz à mamã onde é que a Matilde bebe leitinho" e ele responde "Nas maminhas da Ju". Achei graça e resolvi perguntar: " e o mano, onde é que vai beber o leitinho?" ao que ele, rapidamente me responde "Nas maminhas da mamã".
Agora, só resta esperar, para ver se todo o mimo que dá à minha barriga será em dobro ou em triplo quando o Miguel estiver lá por casa... Sim, porque a minha dúvida é só mesmo quanto à quantidade e, nunca, quanto à sua existência!!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

E desde há 2 semanas que já sinto o corpo do Miguel em movimento. Começou por ser só à noite, quando me deitava para dormir, colocava  a minha mão nesta imensa barriga e lá ia sentindo um gesto ou outro do meu "mais pequeno". Tudo suave, leve, bem bom de recordar...
E ontem o rapaz arrebitou durante a tarde e, enquanto dava as consultas, ia levando com pontapés e cambalhotas tropegas de quem se balança na água. Gosto tanto desta nova fase, em que, mesmo que eu me esqueça que ele ali está, levo logo uma "palmada interior" para me lembrar, e sei que pouco faltará para que deseje que fique quieto, só um bocadinho!

Curioso lembrar que, mesmo quando me queixava de mim mesma, como mãe negligente do seu segundo filho, o meu inconsciente não me deixava se-lo. Dei por mim, tantas e tantas vezes, em pequenos despertares nocturnos, daqueles que quase nem notamos, com as duas mãos sempre (sempre mesmo) pousadas sobre a barriga. Podia não tirar fotos à barriga, escrever posts ou mesmo pensar muito no Miguel durante o dia, mas mãos com mimo já ninguém lhe tira...

sexta-feira, 30 de novembro de 2012


Sabes que és uma pessoa antiga quando achas horrível tudo que é ecografia 3D e, durante a realização da mesma, te saem as seguintes frases para descrever o teu próprio filho:
-Credo, parece um feto de uma galinha, daqueles que estudei em Embriologia
- Ai! parece um filme de ficção científica, o meu filho parece um alien;
- Que horror, vou deitar esta foto fora porque parece uma caveirinha.

(mas depois não contem nada disto ao menino)
(não, a foto não é minha, gamei no google)

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Confissões duma segunda viagem


Há muito que me imagino como Mãe de muitos (leia-se 3 ou 4). Tenho um primeiro filho fácil e doce, sinto que ser Mãe é a coisa que faço melhor na vida,  ajudas não me faltam e amigas na mesma fase de vida (parecendo que não, facilita) e, todos estes factores juntos me incentivaram para o segundo.
E o segundo veio para a minha barriga... barriga que cresce e se faz notar a uma velocidade louca! E, como já falei aqui, com a barriga, crescem alguns medos, em nada semelhantes aos de uma primeira vez. Não sinto as ansiedades nas ecografias, nos exames e rastreios, não sinto medo de fazer este ou aquele esforço.
Eu, que sempre disse e repeti que amor de mãe não se divide e que, mesmo que toda a paixão que sinto pelo Diogo fosse para dividir por 3 ou 4, ainda dava muito, agora sinto medos de amor.
Medo de não amar igual, de forma tão intensa como amo o meu mais velho(!) Quando o abraço ou o deito, penso que o meu coração pode explodir e questiono-me como se vai aguentar a sentir isso em dobro. E será em dobro?
Assusto-me com o tal desleixo de que falei, da ausência de fotos a esta barriga (com excepção daquela acima) e com o medo que isso se reflita no fim dos 9 meses. Assusta-me não sentir a euforia de tantas primeiras vezes que já vivi e de as sentir como repetidas e não únicas, como deveria ser. Assusta-me não ter novamente paciência, nem vontade ou disponibilidade para um novo Projecto 365.
Medos de amor.
Em conversa com a  minha prima (mãe de 2 exactamente com a mesma diferença que os meus irão ter) ela perguntou-me se eu já tinha tido "sentimentos de culpa" em relação ao Diogo, se já me tinham ocorrido pensamentos de "mas o que é que eu lhe vou fazer?" e, curiosamente sinto tudo ao contrário. Sinto que vou dar o melhor presente possível ao Diogo (ainda que ele não o perceba logo), mas assusta-me não poder dar ao Miguel a mesma "exclusividade" que dei ao primeiro.
Depois de por os pés no chão, e a razão voltar a mim, sei que tudo não passam de medos sem lógica e lembro-me da "pontada de amor" que senti no peito ao ver este vídeo aqui, e logo me veio a emoção de ter um ser de meio metro no colo, a dar banho na shantala, o bem que me vai saber amamentar de novo e tudo que irei viver outra vez. Só de pensar em tudo isso o coração disparou, o que mostra que os primeiros parágrafos deste post não passam de devaneios...

(mães e pais de muitos façam-se ouvir)

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Ao estilo Rock in Rio: EU VOU

Barriga report

Sinto que devo um pedido de desculpas público a este que carrego na barriga. Não quero entrar em comparações, ou pelo menos desejo que elas se fiquem pelos 9 meses, mas posso adiantar que, por esta altura, já tinha dedicado mais de 20 posts neste blogue à minha primeira gravidez, já tinha tirado um sem número de fotos à barriga e ao seu suposto crescimento... Deparo-me com um post dedicado a este filho que agora cresce em mim e ZERO fotos a esta barriga acolhedora! Injusto não é?
Numa noite qualquer da semana passada, em conversa com o Pedro disse-lhe que estavamos a ser injustos, e descuidados com este novo filho porque não lhe ligávamos nadinha e, eu, passava a maior parte do tempo sem me lembrar que estava grávida. Ele concordou, pediu desculpas para o meu umbigo, deu beijinhos e miminhos e prometemos ser mais atentos. Mas, a verdade, é que se eu puxar a memória atrás, durante os primeiros meses da gravidez do Diogo, disse imensas vezes que nem me lembrava que estava grávida. No entanto, tenho fotos de todos os angulos duma barriga inexistente (o mesmo já não se pode dizer desta).
Às tantas, estes meus esquecimentos explicam muita coisa: este rico filho que trago tem de esforçar mais que o irmão para s efazer notar, quer com enjoos que não tive, com um sono descomunal (era menina para dormir um fim de semana inteiro), uma falta de energia, uma taquicardia de cada vez que subo 3 degraus, um cabelo que, ao contrário do que seria de esperar e ao contrário da outra garavidez, ficou oleoso, umas unhas que partem...
Claro que, de cada vez que enunciei estas diferenças a resposta era universal:
 É MENINA!
E eu, sempre com o feeling contrário! Desde que soube que estava grávida, tive a sensação de que outro "menino da mamã" estaria a caminho. E uma mãe nunca se engana...

Tenho um Miguel na barriga!

O nome, que, aparentemente estava escolhido já desde a gravidez do Diogo, ficou em dúvida quando soubemos que seria novo rapaz. Na verdade, ficou esse nome no ar numa conversa durante uma viagem de carro, mas nunca foi nada muito definitivo ou de extremo significado para qualquer um de nós. No entanto, enquanto conversávamos sobre esse assunto após a ecografia reveladora, e enumerávamos alguns nomes, o Diogo começa  a repetir: Miguéu, Miguéu e o nome ficou definitivamente escolhido!
Bonito assim, não é?

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Escrito a 5 de Setembro de 2012

Hoje soubemos que o nosso amor iria crescer e, com ele, a minha barriga também!
Foi tudo igual à primeira vez: a noite dormida em sobressalto, a aguardar a hora para fazer o teste, a certeza de que iria dar positivo, mas um medo enorme de estar errada, as alianças que dormiram juntas, a deconfiança do 2º tracinho e a maluqueira de obrigar o Pedro a sair de casa para ir comprar mais um teste. Abraços, beijos, corações a palpitar e a excitação, como se da primeira vez se tratasse!
A vontade foi de gritar à janela que mais um coração batia nesta casa!
A familia vai crescer, vai ser preciso multiplicar o colo e isso parece-me fácil!
Fomos acordar o Diogo, para que fosse o primeiro a saber que ia ter um mano, ou uma mana! Ignorou-nos completamente do fundo do seu sono e não percebeu o porquê daquela alegria! 
A seu tempo, meu pequeno...
Olhei para o Diogo com uns olhos que abraçam e senti que o amava ainda mais! Lembrei-me de tantas conversas e frases soltas acerca do amor que se divide ou se multiplica quando mais um filho vem a caminho e pensei que, mesmo que todo o amor que tenho pelo Diogo seja para dividir, ainda dá mais que muito!
E resta-nos desejar que os próximos 9 meses sejam tão felizes como aqueles que vivemos de Junho a Março!



quinta-feira, 13 de setembro de 2012