sábado, 16 de julho de 2011

longe de imaginar

Ontem fez um ano que te soube em mim! Que te soube em nós!

Foi uma manhã louca e um dia interminável, enquanto esperávamos pela tua confirmação!

Felizes, felizes, felizes...

longe de imaginar como ia ser tão maravilhosa esta viagem e tu,

longe de imaginares o mimo e amor que ias receber dentro e fora de mim!

Quando te vi pela primeira vez, estava longe de imaginar como ia ser a melhor coisa das nossas vidas.

Ontem estava longe de imaginar como te ia amar ainda mais hoje

segunda-feira, 27 de junho de 2011

quarta-feira, 15 de junho de 2011



E o meu mundo pula e avança quando ele me olha assim!

O Diogo está em panico





Chegaram os 3 meses, os tão esperados 3 meses!! Altura na qual eu prometi começar a "educar" o meu filho. Tenho-o vindo a ameaçar progressivamente que o tempo de rei estava a acabar, que ia desenvolver bem aqueles pulmões, ou seja, ia chorar no berço e ia-se acabar o colinho só porque sim. Achei que estava na altura de aprender a adormecer sozinho, sem ser preciso colo, abananços, passeios pela casa e palmadinhas no rabo...

A verdade é que o cachopito já tem 6 kilos e, se de cada vez que lher der o sono eu andar com o menino ao colo, a passear dum lado para o outro, dentro em breve a minha coluna vertebral desmembra-se em pedacinhos. No entanto, ainda não fui capaz de medida tão drástica. Tadito, tão pequenino e a a chorar abandonado num berço frio e distante... nem sei o que me parece.

Mas não desisti da "educação" do menino!! Os 3 meses trouxeram 2 mudanças importantes, a transição para o próprio quarto e o fim do "colo em pé". A primeira foi pacífica, tal como previa, e foi-lhe completamente indiferente, o ingrato nem notou a minha ausência. A segunda mudança é que já acarretou choros, birra, "esperneanços" e desgaste da minha pessoa. Facto é que à segunda, o choro foi menos duradouro e o sono veio mais rápido... haja paciência e preserverança!

Preve-se, num futuro próximo, o adormecimento em sede própria, que é como quem diz, o berço!




(tenho a certeza que ninguém vai comentar o que escrevi, tendo em conta a foto acima colocada)






terça-feira, 14 de junho de 2011

Sou Mãe

Já passaram 3 meses de convivência intensa entre mim e o meu pequenote, o verdadeiro Big Brother da vida materna (24h sobre 24 horas) e mesmo assim, ainda me acontece o fenómeno "surpresa", olho para o Diogo e penso: puxa, ele é mesmo MEU FILHO! Não é um bebé fofo que vem cá a casa de vez em quando, não é filho de uma amiga ou de uma prima, não, ele é mesmo MEU!

E, ao pensar naquilo que sou, acho graça e curioso, o facto de eu ser Mãe.

Sou desarrumada, desorganizada, preguiçosa, desleixada, esquecida, cabeça de vento, muito descontraída, impulsiva, sujo-me a comer, sou tudo menos fada do lar, infantil e, agora, sou Mãe!

Aparentemente não combina, mas dizem que a maternidade nos muda, no entanto, faço brincadeiras ridículas com o meu filho, esqueço-me de lhe por babete para comer e ele suja-se todo, as gavetas do quarto dele estão por arrumar há um mês, raramente levo uma muda de roupa extra para ele quando saio, já me esqueci de levar dodots, já levei com diversos xixis em cima por me esquecer que tenho um menino e é suposto tapar a pilinha enquanto mudamos a fralda, a chupeta está tudo menos esterelizada, as vitaminas são tomadas dia sim, dia não, dia não, dia sim, dia sim, as gotas para as cólicas nunca foram para o frigorifico, and so on , and so on!!

Enfim, a maternidade muda-nos, mas não muito...

a.k.a. Diogo

Pinto Pipi

Velhotinho

Piriquito

Pequenote

Finguelinhas

Sapinho

Tomy Teepe ( com a variante Tomy Teepe duma figa)

Anjinho

Escovinha

Pestinha

Nenuquinho

Pilocas

Pato

Lobisomem

Dioguixo

Moreninho

Tropinha americano

Diindío

Pestanudo

sábado, 11 de junho de 2011

Amamentar











Alimentar o meu filho...


Enche-lo com os "meus" nutrientes e anticorpos...


Amamentar é muito mais do que isto para mim, é uma outra forma de dar e receber amor. Enquanto estava grávida tinha muito medo de não ter leite, era um assunto que me consumia bastante o pensamento, mas, felizmente, mil vezes, felizmente, já passaram 3 meses e continuo a amamentar o meu filho.


Sabia que ia adorar, mas é tão melhor do que imaginei... Adoro ver a boquinha dele, tão sofrega, quando o ponho em posição e ele começa a sentir o meu cheiro, adoro ouvi-lo mamar, adoro quando adormece enquanto mama, adoro os sorrisos que me dá.


AMO os nossos olhos nos olhos, não há preço para aqueles 10 minutos de troca de carinho! Tê-lo colado a mim, com a mão a segurar a mama, aqueles olhos arregalados colados aos meus, o ar de satisfeito no final... nem sei descrever a alegria que me dá.


Confesso que sou despodurada no que toca a alimentar a criança em público e, assim sendo, o meu filho já comeu nos melhores restaurantes da cidade, Shis, 44, Terra e DOP, na paragem do autocarro dos Aliados em pleno Cortejo da Queima das Fitas, na piscina do ginásio, num banco de rua do Passeio Alegre no Marshoping e no CorteIngles. Entendo quem não tenha tanta facilidade em colocar os "biberões" de fora e não tenho nunca o objectivo de chocar ninguém, mas vejo o amamentar como uma coisa muito natural.


Com esta conversa toda, não quero dizer que vou ser daquelas que amamenta até a criança ter barba, mas sei que me vou sentir o coração espremido quando o deixar de fazer.


Enfim... adoro, adoro, adoro... e é das "tarefas" que mais me realiza como Mãe.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Não há nada melhor do que...

Sentir este cheirinho

Passar a minha cara na dele

Dormir agarradinha a ele quando o pai sai para trabalhar

Vê-lo sorrir

Perceber que me segue com os olhos

O barulhinho que faz com a chupeta

Olhos nos olhos enquanto o amamento

O choro de miminho que acalma mal pego nele

Dar-lhe beijos no pescoço

As nossas "conversas"

Levá-lo para todo lado

Ouvir toda a gente a dizer que é lindo

Sentir que está cheio de saúde

A boquinha sofrega quando sente o cheiro da minha mama

Dar-lhe banho e ver aquela carinha serena dentro da banheira

Morder-lhe as bochechas

Dar-lhe a mão e sentir que a aperta com força

Vê-lo dormir


quinta-feira, 28 de abril de 2011

Agora escolha!





Tão lindo, tão lindo que fica bem nas 2 versões : alegria matinal e beicinho vespertino!

Sou só eu, ou este meu filho dá muita vontade de trincar?

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Preciso renovar o stock



Babetes tamanho XL precisam-se e com grande capacidade de absorção. É verdade que o menino é tão lindo que nem se aguenta, mas a baba e adoração está a tomar enormes proporções nesta família.

O avô Beto diz para não fazer mais nenhum porque dificilmente consigo fazer outro tão perfeito e pede-me para um dia lhe levar o biberão para ser ele a dar, o avô Bino liga-me a avisar que já tem cama para ele dormir em casa dele e não descansa enquanto não o tiver no colo, as avós falam com a criança daquela maneira estranha, inventam desculpas para vir várias e várias vezes cá a casa, a tia Rita pega nele e esconde-se dentro de casa, na nossa hora de ir embora na esperança que nos cansemos de o procurar, o tio João finalmente pegou num bebé e gostou tanto que não quer outra coisa, a tia Ju vem sempre dar beijinhos e a tia Catarina acha sempre que ele está maior de todas as vezes que o vê!

Está mais que visto que me vão estragar a criança com mimo e, daqui a uns anitos, o Diogo faz gato sapato desta gente toda!! E eles vão adorar!

Nova forma de pesar bebés!



E como disse a minha amiga, estava-me a preparar para fazer uma sobremesa, porque este menino é um doce!


P.S.- Como dá para ver pela imagem, não resulta..

Coisas que penso enquanto o olho

"Não há nada nesta vida tão meu."

"Como fomos capazes de fazer alguma coisa tão perfeita."

"Neste corpo tão pequeno não cabe todo o amor que sinto por ele."

"Pensar que dependes de mim aperta-me o peito, mas imaginar que um dia isso deixa de acontecer aperta ainda mais."

"Estarei à tua altura, filho? Vou ser capaz de te dar tudo que precisas para seres feliz?"

" Minha maior riqueza, meu anjo, meu tudo."

"Amo-te tanto MEU FILHO"

(e pronunciar estas duas palavras é o suficiente para os meus olhos se encherem de água e o meu coração de alegria)


terça-feira, 22 de março de 2011

As minhas novas coisas favoritas

-Almofada de amamentação;
-Arejadores de mamilos (a.k.a. tuperwares de mamas)
-Cocós, puzinhos e arrotos;
-Balde para armazenamento hermético de fraldas;
-Actimel as 4h da manhã;
-Sorrisos pós mamadas;
-O milagre anti-cólicas do colo do pai;
-Ursinho com sons do útero;
-Banheira shantala;

quarta-feira, 16 de março de 2011

Sentimentos ao minuto

Desconfiança
Quinta, 18.30h, sala de espera do Obstetra. A consulta era para "dar uma ajudinha", de forma a que o Diogo nascesse entre sexta e sábado, mas algo me dizia que tal não ia acontecer.
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Surpresa
Ao levantar do sofá para me dirigir ao consultório tenho ruptura de membranas, o Diogo queria oficialmente nascer. Ficamos felizes, ríamos...
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Calma, muita calma
Recebi instruções para ir a casa, pegar nas malas e rumar ao hospital. Sentia uma calma que me fazia confusão, o meu filho ia nascer e eu era a mais calma do grupo (pai, avó e tia). Confesso que senti que era falta de consideração com o Diogo, eu estava como se a coisa mais importante da minha vida não estivesse prestes acontecer... Mesmo quando as contrações começaram e aumentaram e aumentaram, eu mantinha-me calma. Estranho...
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Turbilhão. Loucura. Esforço.
E é assim que descrevo o "nosso trabalho de parto". Rápido e intenso, sem margem para sentimentos elaborados ou muito pensados. Os movimentos eram puramente instintivos, o corpo pedia-os e eu obedecia, sem o mínimo de raciocínio.
O meu cérebro e o meu coração eram o Pedro.
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Calor
Foi o que senti quando me puseram aquele corpo quente, pequeno, húmido e MEU no colo. Confesso que sempre achei que seria nesta hora que o meu coração explodia de amor e de felicidade plena, mas não... O cansaço era tal ( e a falta de oxigenação cerebral, segundo o Pedro) que os meus sentimentos estavam anestesiados, confusos, dormentes. Lembro-me do toque da pele dele, húmida, no meu peito, o choro forte...
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Explosão de amor
Depois de todos os procedimentos necessários, depois do Pai o vestir, o Diogo veio de novo para o meu colo, para mamar. No exacto momento em que, aquela boquinha mínima e perfeita agarra o meu peito, com uma força voraz, o meu coração explodiu, os meus olhos encheram-se de água e a minha vida cresceu. Cem anos passem e este instante será eterno na minha memória.
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Paz
Não há outro sentimento possível quando se olha para aquele anjo a dormir ao meu lado. Fomos para o quarto, exausta, com corpo a pedir sono e eu a lutar contra... Não queria dormir um segundo, de forma a não perder cada instante, cada expressão, cada movimento sereno. Que tranquilidade...
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Responsabilidade vs Medo
E foi o que senti, domingo a noite, enquanto subiamos, os 3, o elevador para ir para nossa casa. Agora éramos só nós... Aquela vidinha cheia de futuro era nossa, total e absoluta responsabilidade, uma dependência maior que o mundo. Que medo incrível de falhar. E o banho? E as noites compridas? Será que ele vai mamar bem? Vai ter dores? Vamos estar á altura do que aquele meio metro de gente precisa? Que aperto no peito, entre e a cave e o oitavo andar!
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Felicidade imensa
E assim são agora os meus dias!

A nossa vida cresceu



10 Março 2011
22.50h
Hospital de São João- Porto
3515kg
52cm

quinta-feira, 10 de março de 2011

Ruptura de membranas há 40 minutos atrás!
Em casa, nos últimos preparativos, para ir para o Hospital!
Próximo post é com o Diogo no colo!
Vou ali divertir-me e já volto

O que aprendi

Paciência
Com o passar dos 9 meses, as nossas capacidades físicas diminuem gradualmente, os nossos movimentos vão lentificando e isso serve para nos irmos habituando a um novo ritmo que aí vem. Quando agora digo, "vou-me despachar num instantinho", significa, pelo menos, o dobro do tempo de antigamente. Auto-obrigo-me a ter calma e paciência comigo mesmo e imagino que me irá ser muito útil. Quando demoro uns largos minutos a calçar-me e termino a tarefa mais ofegante que depois duma aula de cycle, penso que já estou preparada para aquelas manhãs em que preparar a criança para a escola, exigem mais que uma resistência física e psicológica dum maratonista.
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Gostar ainda mais de mim
Nunca tive propriamente, probelmas de auto-estima, mas obriguei-me a gostar de mim de uma forma diferente. Gostar e cuidar de mim, durante os últimos tempos era bem mais do que isso, era cuidar também do meu bebé. Gostar de mim ao ponto de comer o melhor, de descansar sempre que o corpo pedia, de admirar as minhas novas formas voluptuosas, de fazer (ainda mais) tudo aquilo que gosto, com o pretexto de aproveitar ao máximo. Gostar ainda mais de mim, foi o início do amor pelo meu filho.
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A pele é uma coisa fantástica
Já sabia que era o nosso maior órgão, sabia que tinha uma capacidade imensa de crescimento, mas entre o que li nos livros e o que fui vendo no espelho, há uma grande diferença. Quando, em Dezembro, fui para o Brasil e, orgulhosamente, exibi o que eu achava ser um barrigão, estava longe de imaginar o estado que me encontraria em Março. E esticou, esticou, esticou para acolher um Diogo, que nestes últimos 3 meses, cresceu, cresceu, cresceu..
(E agora tudo a fazer figas, bem apertadinhas, para que, da mesma maneira que esticou, a coisa também encolha)
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Os homens são mais Homens
Falo, em especial, pelo meu, mas também por outros pais e futuros pais, com quem tenho o prazer de conviver. Envolvem-se como se também eles carregassem a criança durante nove meses, participam, questionam, mimam-nos e apoiam-nos, como nunca... Há umas décadas atrás seria impensável e mal visto até, um homem em aulas de preparação para o parto, a acompanhar todas as consultas, a ler livros e a pesquisar na net. O que há uns anos os diminuía, na sua condição masculina, hoje só os engradece! Não duvido que serão pais mais felizes, mais capazes e maridos mais maravilhosos por toda esta entrega!
Obrigado Pedro.
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As mulheres são seres iluminados
Se há mil e uma coisas que nos tornam fantásticamente especiais, ter a capacidade de, durante 40 semanas, sermos fiéis depositárias dum ser em formação e crescimento, é, sem dúvida, uma delas. E não me refiro apenas ao lado sentimental da coisa, falo também em termos físicos. Damos o melhor de nós para que a pessoinha que está cá dentro, venha na sua melhor condição. O nosso corpo sofre transformações incríveis, suportamos um peso enorme, as nossas pernas incham, os aneis deixam de servir, o peito parece que explode, o umbigo salta, andamos como se fossemos patos e, no fim de tudo, temos o projecto de por um ser de 3.500kg a passar por um local estreito... E tudo isto, com uma alegria enorme!
No mínimo, não somos deste mundo!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Nas vésperas...




Pois, dias antes de trazer o Diogo ao mundo exterior, foi isto que os paizinhos andaram a fazer. A dançar, rir muito, deitar tarde, fazer comboinhos, comer preguinhos às 3h da manhã, trocar de roupa na casa de banho, tirar fotos, dançar mais um bocadinho, agredir pessoas com cacetetes e dispositivos de lançar confetis, beber shots de cereveja com desconhecidos carecas e com mais de 60 anos...
Enfim, a quebrar mitos! Porque parece que não é suposto, as 39 semanas de gravidez, andar neste forrobodó! Mas nós somos assim, fixes como tudo e é bom que, desde muito cedo, o Diogo perceba que
"é isto que se leva desta vida".

sábado, 5 de março de 2011

Todos à tua espera!


38!!


Chegamos a Março.
Chegamos às 38 semanas.
Chegamos a 5 de Março e... nada!! Nem uma contraçãozinha para lhe tomar o gosto.
O combinado era, na quinta feira, dia 3, ira consulta e o senhor doutor daria "uma ajudinha" para que o crianço nascesse algures entre Sábado ou Domingo. Mas não, nada feito. Disse que sexta a noite tínhamos o aniversário do meu sogro (o avô Bino fez 60 anos) e não queríamos estragar a festa às pessoas.
"Se eu mexo, nasce amanhã", disse ele. "Vens cá na próxima quinta e na sexta o rapaz nasce."
Seguimos para a ecografia e íamos tendo um colapso. Eu e o Pedro ás gargalhadas, meio que a "panicar"... o rapaz tinha aumentado quase 500gr no mísero espaço de uma semana, estando, portanto com uns belos 3.400kg.
Vi a minha vidinha a andar para trás... Ora bem, se vamos aguentar mais uma semana, e se lhe dá para engordar ao mesmo ritmo (que Deus não permita), trago ao mundo um texuguinho de 3.800kg!!
"Ai que fofo! Que boas bochechas vai ter! Ai, gosto tanto de bebés rechonchudos! Ficam tão lindos quando nascem gordinhos!"
Pois, pois... mas não é por vocês que ele vai ter de passar, pois não?

quarta-feira, 2 de março de 2011

E chegamos a Março


Senti que era rapaz desde o início.
Senti que ia chegar ao final do tempo, ou pelo menos que só nascia em Março, mesmo depois de sustos, de dilatações precoces e contra a expectativa do médico.
Agora sinto que na madrugada de 4 para 5 de Março irei ter contrações e afins!
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Pois venham a mim as contrações, as respirações, as massagens e as epidurais!
Finalmente acuso o cansaço...
As pernas não respondem a mais de 10 passos seguidos, as ancas estão fartinhas que eu durma em cima delas, a roupa escasseia e os sapatos nem se fala, os anéis já sairam dos dedos há uns dias, a respiração anda mais forte e os movimentos do Diogo são tão apertadinhos que até dão dó.
Juro, juro, juro que ainda não sinto pontinha de nervos ou ansiedade. Estou tão convicta de que só virá depois de dia 4, que só nessa noite pretendo inaugurar em mim tais sentimentos.
Este fim de semana, o meu Pai disse que estava impressionado com a calma e tranquilidade com que vivi esta gravidez, especialmente agora no final do tempo. Confesso que também já me imaginava a "panicar" um bocadinho por esta altura, mas tal não aconteceu. Não se explicam os sextos sentidos, nem os pressentimentos, mas, quando dizia, que ia aguentar cá dentro até Março, sentia-o como se de uma facto científico se tratasse.
Agora, resta esperar por sexta a noite!