domingo, 29 de janeiro de 2012

Lições de uma vida #2




Quando tapámos um olho (ou mesmo só meio) estamos totalmente escondidos!

aprendi com o Diogo e com o Pedro... esses sábios de 10 meses

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Quando for grande quero ser médica!



Muito bem! Que profissão tão linda e tão nobre! Ajudar os doentinhos a ficarem cheios de saudínha e, no entrentanto, lá se vai a minha!

Pois bem, queres ser doutora?

Então estuda que nem uma cadela para teres tudo dezanoves e vintes para entrares na faculdade e, se não for à primeira, tentas a segunda e a terceira vez, que isto não é para quem desiste. Depois tens um bom punhado de cadeiras que não interessam nem ao próprio do Menino Jesus, só para uns quantos terem tachos e serem professores universitários. Mas para as fazeres vais queimar a pestaninha bem queimada. Depois começas o ciclo clínico, vês doentinhos, tens orientadores que se estão a cagar (lá do alto mesmo) para ti e, ás vezes nem aparecem como combinado. És tratada como ser menor por toda e qualquer enfermeira chefe que, acha que só atrapalhas, levas com uns berros daqui e dali e ficas de boquinha calada.

Depois acabas o curso e, ficas com aquela sensação que, se te deixam sozinha com um doente, não sabes fazer a ponta dum corno, porque, de cada vez que havia um para observar, eras tu e mais 15 coleguinhas!!! Ai, que se aprende tanto em grupo....

E agora vais trabalhar a sério!!! O tanas é que vais...

Agora, depois do curso acabado, fechas o teu corpinho em casa, tipo ermita, alternas entre todos os teus fatos de treino, deixas de saber em que dia e em que mês estás e decoras dois calhamaços de mil e tal páginas, fácil, fácil!! Esqueces que há mundo para além da tua secretária durante uns bons 4 meses, fazes o exame de acesso à especialidade e és feliz!!! Tão feliz, tão feliz que choras durante 2 dias a lembrar o quão mal te correu o filho da put@ do exame.

Mas pronto, durante um ano não pensas mais nisso e vais trabalhar para um hospital distrital, a tua 15ª opção, e toda a gente acha que tu já sabes tudo que há para saber de Medicina!!

Depois escolhes a especialidade, consoante a notinha do dito exame e voltas a chorar 3 dias por teres sido colocada um bocadinho mais adiante do cruzamento onde Judas perdeu as botas!

Mas aí enganas-te e tens 3 anos felizes. Se conseguires esquecer o facto de que és obrigada a fazer 23 mil trabalhos, na suas mais variadas formas, investigação, garantia da qualidade, revisões baseadas na evidência, o diabo a 4 e a tia micas.

A especialidade chega ao fim, e tu ficas muito contente porque, finalmente vais ser doutora de verdade, vais ter uma listinha de doentinhos só para ti e acabaram-se os trabalhos.... Sim, sim minha menina... Mas entretanto, trata de fazer o teu Curriculum Vitae e descreve, ao pormenor, cada pum que deste durante os anos de internato, transcreve todos os trabalhinhos por extenso, diz aos senhores do júri quantas caganeiras viste e trataste, quantos diabéticos fizeram tudo direitinho que mandaste e quantas malucas histéricas viste na consulta com aquela dor fininha que começa numa coxa, dá 3 voltas á cintura e desaparece na forma de arroto!

E depois disto vais a exame.... Coisa pouca, são só 3 dias que te vão esmiuçar até ao osso e te vão perguntar aquilo que bem entenderem!!




Ah, minha linda, queres ser Médica!! Que bem escolhido, vais ter sempre emprego e vais ganhar muito dinheiro...




Ah, ah, ah.... esta agora fui eu a rir!!






27 de janeiro



A Ana e o Miguel fazem 5 anos de casados, a somar a 9 anos de namoro!

E eu fico tão feliz por eles! Fico genuinamente feliz por aqueles dois (três) que se amam, quase desde sempre. Desde que íamos à Queima, desde aquela altura que tínhamos borbulhas na cara, desde o tempo em que a Ana tinha um "Miguel" no cabelo.

E eles são fantásticos, em separado e em conjunto!

E por isso o Pedro sorri tanto... porque, do alto dos seus 10 meses, vive com a certeza de estar no meio de um amor que dura desde sempre e, ele sabe, que será para sempre.

Parabéns a vocês!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Vi no blog da Pipoca


































algumas pecinhas da nova colecção da Zilian e estou capaz de gastar uma obscenidade em sapatos... em prol da economia nacional, entenda-se.

Miriti, quando rumamos a Braga para sermos felizes?








Mais maneiras de cozinhar que o bacalhau!



Amor ao Pai e à Mãe, aos avós, tios, tias e primos.

Amor de Irmãs

Amor do Homem da minha vida.

Amor a um filho.

Amor aos amigos

Amor aos dias e ás noites.

Amor ao Sol e aos dias frios.

Amor à preguiça, ao sofá e à cama.

Amor ao trabalho e aos meus doentes.

Amor aos livros e às palavras dos outros.

Amor ao chocolate, ao majericão e à canela.

Amor ao Carnaval, ao Natal e ás férias na praia.

Amor aos bichos.

Amor às orquídeas e às tulipas brancas.

Amor à Ciência.

Amor às coincidências e à cumplicidade.

Amor à espontaneidade.

Amor à música e à dança.

Amor à cidade do Porto e ao azul e branco.

Amor demais e uns dias só mais ou menos.

Amor às fotografias e suas memórias.

Amor da minha casa, e ao ananás da minha avó.

Amor à Bimby e ao senhor que a inventou.

Amor às havaianas e às botas de cano alto.

Amor aos laços que unem quase desconhecidos.

Amor a projectos e sonhos.

Amor aos vestidos de Verão.

Amor às montanhas-russas.

Amor à cusquice e aos segredos bem guardados.

Amor às cerejas, aos morangos, aos mirtílios e às amoras.

Amor eterno e amor fugaz.

Amor às paixões.

Amor às cores.

Amor aos brinquedos de criança.

Amor aos bosn valores, ao respeito, à educação e à generosidade.

Amor a ontem.

Amor às viagens, aos passeios e às escapadelas.

Amor às artes.


E amor próprio, que sem ele, todos os outros são só metade.

O meu computador, de tanto conviver comigo nos últimos meses, anda com flutuações hormonais e, resolveu voltar a funcionar.

Até quando, amigo Vaio? Até quando?

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Apetece-me entrar pela televisão dentro #1

Quando vejo as histéricas das americanas a serem seleccionadas para ser "assistent of the day" do Dr. Ozz.

A alegria por ir mexer em fígados de mortos é mesmo bonita de se ver...(ou não)


E não são necessariamente maus. Mesmo que ás vezes o pareçam.

Sou do fogo, dizem os astros, e detesto que me apaguem. Quando fico em lume brando, viro dúvida, viro medo de deixar de amar. Mas acho que serei sempre assim, acima e abaixo, o muito e o receio do pouco. E, para serenar, preciso de um terramoto, ou mesmo só de um pequeno abalo, sem tradução na Escala de Richter.

E o meu lado esquerdo do peito ás vezes dá-me cabo do que que está acima do pescoço. Anatomias que se confundem e se misturam sem pedir autorização. Mas fazem bem, porque sou só uma. Uma tola.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012


Hoje aconteceu-me, uma das piores coisas possíveis nesta minha maravilhosa fase de elaboração do delicado Curriculum Vitae do meu coração: o meu melhor amigo, o meu Vaio branquinho entrou em coma, o prognóstico é reservado, ronca, mas não fala nada de jeito e não lhe arranco a informação que preciso. Ocorrem-me 3 palavras: merd@, merd@ e merdinh@! Desde já agradeço á Nossa Senhora dos não sei quantos, padroeira dos internos em final de especialidade. Também gosto muito de ti!

Mas depois ouvi isto e passou-me (metade) da neura... O meu adorado e maravilhoso Johninho com a poderosa Adele. Como sou narcissta e egocêntrica (diz o meu signo), aposto que eles se juntaram apenas para que eu os ouvisse num dia que ameaçava ser cinzento. Obrigado meus amores!

Lições de uma vida #1

As crianças de 10 meses, acordam á mesma hora do costume, independentemente da hora que os pais delas vão para a cama.

domingo, 22 de janeiro de 2012

O meu fim de semana



"Começou na sexta ao final da tarde... peguei no pequeno e brincamos com os cubos até o Pai chegar para irmos jantar fora. Sábado de manhã, o Diogo acordou, dei-lhe a papinha e trouxe-o para a nossa cama onde ficamos os 3 a brincar e depois adormecemos até ser hora de almoço! Fomos depois passear ao Fluvial, tiramos fotos, comemos um croissant na Tavi e voltamos para casa. Sábado á noite esperava-me um jantar em casa de amigos, onde ficamos até a horas obscenas! Domingo foi dia de ronha total e fomos alternando entre o sofá, a cama e o chão da casa toda a gatinhar uns atrásdos outros. Fizemos pipocas e vimos aqueles filmes parvos até adormecermos os 3 no sofá, enrolados em mantas e uns nos outros! Chegou a hora de jantar e de voltar a dormir. Simples, bom e quentinho...."




Em Março, isto vai ser a sério!


A devorar


A adorar


E a aconselhar

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Passatempo "Andorinhas da Marta"

"A famosa andorinha desenhada por Rafael Bordalo Pinheiro nasceu em 1891. A andorinha, por voltar quase sempre ao local onde, anteriormente, fizera o ninho, simboliza valores como Lar, Família, Amor, Fidelidade e Lealdade"

A nossa Marta ofereceu-nos andorinhas, porque ela é uma querida e porque era Natal! E, nos meandros de parvoíces facebookianas, com piu pius à mistura, lançou-se um passatempo e, eu como sou uma "roubona", resolvi guarda-lo aqui.

E a modos que é assim: cada menina que teve a sorte de ter uma andorinha deve fotografá-la e publicar a foto no mural da Marta. A melhor foto recebe outra andorinha de presente!!

Dentro de dias coloco as fotos a concurso e a senhora jurada diz de sua justiça!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

As coisas que ligam os homens....



Babyzoológico #2

Corre-me a casa toda em "4 patas"

Morde-me como um cãozinho.

Bate palmas como uma foca.

E agora imita, a pedido, uma águia e um sapo.

(saber o som do cão e do gato? não, isso é para meninos, eu é mais animais exóticos)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

o 8, o 80 e o resto que lá vai no meio

Sinto-me uma maluca, confusa, indecisa, sem certezas e, ao mesmo tempo, cheia delas. E esta loucura toda vem na sequência do post anterior.

Nos últimos tempos tenho lido imensos sites, artigos, blogs, maioritariamente mummy blogs e seus links para aqui e para acolá. Gosto de saber com0 educam as crias, como brincam, que dificuldades sentem e como lhes dão a volta. Gosto de ler que passam, ou passaram, por situações iguais às minhas, gosto de saber que as resolveram bem, que os rebentos estão felizes e saudáveis. Esta coisa da maternidade parece que nos faz precisar do sentido de "identificação" (ou então sou só eu que sou insegura).

Mas, quanto mais leio, mais me embrulho em sentimentos de culpa, misturados com medos, e ao mesmo tempo com a certeza de ser uma Mãe do melhor que sei e posso. Ás vezes sinto que concordo com tudo que leio, mesmo que sejam opostos. Se por um lado sei que as crianças precisam de regras e firmeza, que isso lhes traz segurança, também me corta o coração em pedaços deixar o Diogo chorar. Concordo que não há melhor forma de educar que o amor, o colo, o carinho e a pele, mas também me parece importante que ele crie a sua autonomia, que aprenda que quando acordar eu vou lá estar. Sei que, acima de tudo, devo confiar no meu instinto, no meu coração, mas este malandro ordena-me logo para lhe pegar no colo e embala-lo até adormecer, mesmo sabendo que estou a ser chantageada com um choro sem lágrimas. E depois leio que o choro é o único sinal de alerta que os bebés sabem dar, já o faziam no Paleolítico quando se sentiam ameaçados, a levar com chuva ou a ser picados por formigas e, esse choro, servia para desencadear a protecção da Mãe. E, ignorando este choro, dizem alguns, estamos a ensinar aos nossos filhos que não podem contar connosco. Leio estudos que falam das maravilhas de deixar a criança no quarto dos pais até tarde, e, melhor ainda na cama dos pais, o co-sleeping, que une a família, que acalma bebés agitados e depois lembro-me dos adolescentes que vi na Pedopsiquiatria com depressões por não saberem lidar com as suas frustrações, por serem dependentes e, uma grande, grande, maioria partilhou a cama com os pais, ou só com a mãe, até bem, bem tarde.

Adoro adormecer o meu filho no colo, aquela carinha quente e macia junto à minha, os braços à volta do meu pescoço e aquela respiração lenta e pausada. O cheirinho doce a aveia, os sorrisos que dá quando adormece, tudo isso me enche o coração de alegria, mas quando, a meio da noite, tenho de ficar 30 ou 40 minutos a embala-lo, quando me apercebo que não adormece no coque ou no carrinho enquanto passeamos porque apenas adormece ao colo, a coisa complica. Se calhar, quando ele tiver 14 anos e me mandar dar 2 voltas de cada vez que lhe pedir um beijo ou um xi, talvez me arrependa de não ter aproveitado enquanto me cabia entre os braços.

Aiiiiii iiiiiiiii........(em modo grito mesmo)

Talvez ande a ler demais, talvez seja uma fase mais insegura, talvez seja o sono, mas estas pequenas decisões deixa-me indecisa (??!!). Não quero um filho inseguro, não lhe quero fomentar medos, mas também o quero autónomo e com a certeza que me vai encontrar sempre.

Raisparta (eu sei que não se escreve assim) os míúdos que não vêm com livro de instruções, com dicas de consulta rápida, algoritmos e guidelines.

Estou com esta confusão toda e a criança tem 10 meses, nem me quero imaginar quando ele entrar na idade da parvoeira... vou ser um ponto de interrogação com pernas!

Houston, we have a problem



Uma das (muitas) resoluções de 2012 era (re)ensinar o Diogo a adormecer sozinho. Andava progressivamente a demorar mais tempo a adormecer, o peso já não é propriamente de um recém nascido e era também para o bem dele.

O enganador portou-se lindandamente nos primeiros 4 dias, choramingou um bocadinho à primeira e à segunda, mas depois começou a adormecer sem problemas e, eu, encantada da vidinha porque tinha um filhinho muito esperto e bonzinho, cheio de amor pelas costas da sua Mãe.

Ao 4º dia, vai-se lá saber porque carga de água, a história mudou. Quando o preparo para dormir e ele se vê próximo da cama agarra-se ao meu pescoço até me cravar as unhas e, com uma cara de pobre e abandonado, pede-me para não o deitar. Cedi e deixei-o adormecer no meu colo, sentadinhos e agarradinhos no nosso cadeirão. Mal o deito, começa o verdadeiro berreiro, mas desta vez já não me enganou... lá chorou, chorou até adormecer.

Os dias que se seguiram (os últimos 5) foram duma sinfonia sem igual, choros de 40minutos, vómitos provocados, madrugadas de loucura em que ninguém dormia nesta casa durante 1 a 2 horas e, mal se pegava no menino, havia dedinhos esticados a apontar para brinquedos, os sonzinhos do costume e lágrimas que é bom, nem uma para amostra.

Pois é, manipulação pura duma meia leca de 73cm...

Consultei a pediatra oficial e a pediatra amiga (ai Babi, o que seria de mim sem ti!!!) e ambas foram unanimes: não cedam, não peguem ao colo depois de deitar, entrem no quarto várias vezes para o confortar, ele está a medir forças, normalmente fazem mais com mãe do que com o pai (confere), é a ansiedade de separação normal desta idade, and so on, and so on...

O meu coração tinha medo de ele ter medo, ter pesadelos ou afins, mas, segundo os entendidos, o choro de medo e de pânico não termina mal se pega no colo, a aflição mantém-se mesmo quando se sentem protegidos e, além do mais, ainda não tem idade para essas coisas!

Posto isto, decidi que os próximos dias o pequeno não sai de casa e mantém-se aos cuidados de sua Mãe, que se irá transformar num cubo de gelo surdo de cada vez que for hora de ir dormir. Mas sempre com a certeza que estou (estamos) a fazer o melhor por ele, que a segurança que lhe transmito ao deita-lo na cama irá ser sentida por ele, irá dormir melhor porque de cada vez que acordar de noite saberá readormecer sozinho e, uma criança que dorme bem tem maiores probabilidades de tornar num adulto sem problemas de sono!

Desde já agradeço sugestões para marcas de tampões para ouvidos e anti-olheiras de categoria.

(valha-me o sentido de humor)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Cidadania, ou a falta dela

Dos vários (imensos) exemplos de falta de cidadania que me incomodam, aquele me que faz mais espécie (andava há séculos para escrever esta expressão), é a ausência de sentido ecológico, ou simples sentido de limpeza. Fico doente quando vejo o pessoal a mandar coisas pela janela fora do carro, regra geral buzino e insulto. Não vou mais além dum "porco", mas insulto. Sou incapaz de deitar, seja o que for para o chão e, à conta disso, as minhas carteiras e o meu carro são o verdadeiro acumular de papeis, papelinhos, talões, frascos de iogurtes vazios e afins. Não há necessidade, fica feio, é sujo, demora anos a desaparecer e os passarinhos comem, engasgam-se e morrem. Não é apenas uma questão ecológica, é o respeito por todos os outros que passam naquela rua, é o ter noção que a cidade não é só minha e, essa falta de senso, mais tarde ou mais cedo reflecte-se em outras áreas.

Ontem, fui mais além. Estava à porta do Pingo Doce, dentro do carro, enquanto o Pedro foi satisfazer o seu desejo de chocolate de leite Nestlé(!!!!) e um miúdo, nos seus 15/16 anos, skate na mão, cabelo à foda-se (não há outra maneira de o dizer), senta-se num banquinho á saída do supermercado a comer uma sandocha e manda o talão para o chão. Aquilo mesmo à minha frente... Não me contive, saí do carro, peguei no papel e, como o meu ar mais calmo, disse :"É só par tu veres que não custa nada deitar o papel no lixo" e coloquei o dito, num balde a 2 metros (sim, eu disse DOIS metros) do menino. Menino este, que ficou a olhar para mim, sem abrir a boca (ao menos sabia que falar de boca cheia é feio) com um ar meio envergonhado, meio chateado

Regressei ao carro, com sensação de missão cumprida e, com a certeza, que o meu pequeno Diogo começa desde cedo a aprender com o exemplo.

(apesar dele estar a dormir profundamente no banco de trás)

Quero TAAANTOOOO #2

Mas talvez fosse doce demais...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Sexta feira 13 da sorte!

Não sou supersticiosa e até gosto do número 13. Herdei essa apreço da Vovó Bi e hoje foi mesmo um dia bom.
Acordei, como tem sido hábito, com um xi coração do pequeno que parece que morre de saudades por passar uma noite inteirinha sem a sua mamacita. Depois de todos os normais procedimentos matinais, seguimos para o cabeleireiro onde o Diogo fez o seu primeiro corte. Portou-se maravilhosamente bem e encantou aquela gente toda ao distribuir beijos a torto e a direito. No caminho, paramos para por gasolina e tivemos "a" sorte: não desliguei o carro, o senhor pôs gasolina e nós não explodimos! Positivo!
Durante a tarde tive uma proposta de trabalho, aparentemente, aliciante... a ver vamos.
E no final do dia tive a melhor das sortes: recebi um lindo ramo de rosas brancas só porque sim! Porque, ao que parece, sou uma óptima Mãe e uma maravilhosa "marida".
Azar?? Onde??

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Mães de FilhOs

As 25 regras para mães de meninos. "Roubei" às Maravilhas, porque me identifiquei com cada uma, me imaginei em várias delas e porque todas me soltaram um sorriso. Vale bem a pena perder uns minutinhos a ler.


1. Teach him the words for how he feels.

Your son will scream out of frustration and hide out of embarrassment. He'll cry from fear and bite out of excitement. Let his body move by the emotion, but also explain to him what the emotion is and the appropriate response to that emotion for future reference. Point out other people who are feeling the same thing and compare how they are showing that emotion. Talk him through your emotions so that someday when he is grown, he will know the difference between angry and embarrassed; between disappointment and grief.


2. Be a cheerleader for his life

There is no doubt that you are the loudest person in the stands at his t-ball games. There is no doubt that he will tell you to "stop, mom" when you sing along to his garage band's lyrics. There is no doubt that he will get red-faced when you show his prom date his pictures from boy scouts. There is no doubt that he is not telling his prom date about your blog where you've been bragging about his life from his first time on the potty to the citizenship award he won in ninth grade. He will tell you to stop. He will say he's embarrassed. But he will know that there is at least one person that is always rooting for him.


3. Teach him how to do laundry...

and load the dishwasher, and iron a shirt. He may not always choose to do it. He may not ever have to do it. But someday his wife will thank you.
4. Read to him and read with him.

Emilie Buchwald said, "Children become readers on the laps of their parents." Offer your son the opportunity to learn new things, believe in pretend places, and imagine bigger possibilities through books. Let him see you reading...reading the paper, reading novels, reading magazine articles. Help him understand that writing words down is a way to be present forever. Writers are the transcribers of history and memories. They keep a record of how we lived at that time; what we thought was interesting; how we spoke to each other; what was important. And Readers help preserve and pass along those memories.
5. Encourage him to dance.

Dance, rhythm, and music are cultural universals. No matter where you go, no matter who you meet - they have some form of the three. It doesn't have to be good. Just encourage your son that when he feels it, it's perfectly fine to go ahead and bust a move



6. Make sure he has examples of good men who are powerful because of their brains, their determination, and their integrity.

The examples of men with big muscles and a uniform (like Batman and LaMarr Woodley) will surround your son from birth. But make sure he also knows about men who kick a$s because of their brains (Albert Einstein), and their pen (Mark Twain), and their words (Dr. Martin Luther King Jr.), and their determination (Team Hoyt), and their ideas (The Wright Brothers), and their integrity (Officer Frank Shankwitz), and fearlessness (Neil Armstrong), and their ability to keep their mouths closed when everyone else is screaming (Jackie Robinson).


7. Make sure he has examples of women who are beautiful because of their brains, their determination, and their integrity

The examples of traditionally beautiful women (like Daphne Blake, Princess Jasmine, and Britney Spears) will surround your son from birth. But make sure he knows about women who are beautiful from the inside out because of their brains (Madame Marie Curie), and their pen (Harper Lee), and their words (Eleanor Roosevelt), and their determination (Anne Sullivan), and their ideas (Oprah Winfrey), and their integrity (Miep Gies), and fearlessness (Ameila Earhart), and their ability to open their mouths and take a stand when everyone else is silent (Aung San Suu Kyi).


8. Be an example of a beautiful woman with brains, determination, and integrity.

You already are all of those things. If you ever fear that you are somehow incapable of doing anything - remember this: If you have done any of the following: a) grew life b) impossibly and inconceivably got it out of your body c) taken care of a newborn d) made a pain go away with a kiss e) taught someone to read f) taught a toddler to eat with a utensil g) cleaned up diarrhea without gagging h) loved a child enough to be willing to give your life for them (regardless if they are your own) or i) found a way to be strong when that child is suffering...you are a superhero. do not doubt yourself for one second. Seriously.
9. Teach him to have manners

because its nice. and it will make the world a little better of a place.
10. Give him something to believe in

Because someday he will be afraid, or nervous, or heartbroken, or lost, or just need you, and you won't be able to be there. Give him something to turn to when it feels like he is alone, so that he knows that he will never be alone; never, never, never.
11. Teach him that there are times when you need to be gentle

like with babies, and flowers, and animals, and other people's feelings.
12. Let him ruin his clothes

Resolve to be cool about dirty and ruined clothes. You'll be fighting a losing battle if you get upset every time he ruins another piece of clothing. Don't waste your energy being angry about something inevitable. Boys tend to learn by destroying, jumping, spilling, falling, and making impossible messes. Dirty, ruined clothes are just par for the course.


13. Learn how to throw a football

or how to use a hockey stick, or read music, or draw panda bears (or in my case alpacas), or the names of different train engines, or learn to speak Elvish, or recognize the difference between Gryffindor and Slytherin, or the lyrics to his favorite song. Be in his life, not as an observer but as an active participant.
14. Go outside with him

turn off the television, unplug the video games, put your cellphone on the charger, even put your camera away. Just go outside and follow him around. Watch his face, explore his world, and let him ask questions. It's like magic.


15. Let him lose

Losing sucks. Everybody isn't always a winner. Even if you want to say, "You're a winner because you tried," don't. He doesn't feel like a winner, he feels sad and crappy and disappointed. And that's a good thing, because sometimes life also sucks, no matter how hard (as moms) we try to make it not suck for our kids. This practice will do him good later when he loses again (and again, and again, and again, and again.....) Instead make sure he understands that - sometimes you win - sometimes you lose. But that doesn't mean you ever give up.
16. Give him opportunities to help others

There is a big difference in giving someone the opportunity to help and forcing someone to help. Giving the opportunity lights a flame in the heart and once the help is done the flame shines brighter and asks for more opportunities. Be an example of helping others in your own actions and the way your family helps each other and helps others together.
17. Remind him that practice makes perfect.

This doesn't just apply to performance-based activities (like sports and music) but also applies to everything in life. You become a better writer by writing. You become a better listener by listening. You become better speaker by speaking. Show your son this when he is just young enough to understand (that means from birth, folks - they are making sense of the world as soon as they arrive), practice trick-or-treating at your own front door before the real thing. Practice how you will walk through airport security before a trip. Practice how you order your own food from the fast food cashier. Practice, practice, practice.


18. Answer him when he asks, "Why?

"Answer him, or search for the answer together. Show him the places to look for the answers (like his dad, or grandparents, or his aunts/uncles, or his books, or valid internet searches). Pose the question to him so he can begin thinking about answers himself. Someday, when he needs to ask questions he's too embarrassed to ask you - he'll know where to go to find the right answers.
19. Always carry band-aids and wipes on you.especially the wipes.
20. Let his dad teach him how to do things...

without interrupting about how to do it the 'right way.' If you let his dad show and teach and discover with your son while he is growing up, some day down the road (after a short period of your son believing his dad knows nothing), he will come to the realization that his dad knows everything. You will always be his mother, but in his grown-up man heart and mind, his dad will know the answers. And this will be how, when your son is too busy with life to call and chat with his mom, you will stay connected to what is happening in his life. Because he will call his dad for answers, and his dad will secretly come and ask you.
21. Give him something to release his energy

drums, a pen, a punching bag, wide open space, water, a dog. Give him something to go crazy with - or he will use your stuff. and then you'll be sorry.
22. Build him forts

Forts have the ability to make everyday normal stuff into magic. Throw the couch cushions, a couple blankets, and some clothespins and you can transform your living room into the cave of wonders. For the rest of his life, he'll be grateful to know that everyday normal stuff has the potential to be magical.
23. Take him to new places

Because it will make his brain and his heart open up wider, and the ideas and questions and memories will rush in.
24. Kiss him

Any mother of sons will tell you that little boys are so loving and sweet. They can be harsh and wild and destructive during most of the day. But there are these moments when they are so kind and sensitive and tender. So much so that it can cause you to look around at the inward, reserved grown men in your life and think, 'what happens in between that made you lose that?' Let's try to stop the cycle by kissing them when they're loving and kissing them even more when they're wild. Kissing them when they're 2 months and kissing them when they're 16 years old. You're the mom - you can go ahead and kiss him no matter how big he gets - and make sure he knows it. p.s. (this one is just as important for dad's too).
25. Be home base

You are home to him.

When he learns to walk, he will wobble a few feet away from you and then come back, then wobble away a little farther and then come back. When he tries something new, he will look for your proud smile. When he learns to read, he will repeat the same book to you twenty times in a row, because you're the only one who will listen that many times. When he plays his sport, he will search for your face in the stands. When he is sick, he will call you. When he really messes up, he will call you. When he is grown and strong and tough and big and he feels like crying, he will come to you; because a man can cry in front of his mother without feeling self-conscious. Even when he grows up and has a new woman in his life and gets a new home, you are still his mother; home base, the ever constant, like the sun. Know that in your heart and everything else will fall into place.



Há alguem nesta casa que já dorme a sesta há, precisamente 2 horas e cinquenta minutos. Fico muito feliz por ele, que tem uma vida stressante e precisa de descansar, mas a inveja deixa-me roidínha, roidínha. E porquê?

Porque há, precisamente 2 horas e 5o minutos que tenho o rabo alapado, as costas arquedas e os dedos a carregar freneticamente em botões com letrinhas nesta tentativa de fazer a porcaria do meu curriculo! E o menino não acordando, sinto-me na obrigação de não me mexer daqui.

No mínimo, dentro de 2 meses, estou a usar óculos fundo de garrafa, estou marreca das costas e serei possuidora dum rabo quadrado.

... nos entretantos o bichinho dorme!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012