Mas eles resolveram ir mais longe e, por diversas vezes já me vieram as lágrimas aos olhos, de alegria, daquela bem boa!
A estes 2 só lhes faltou nascerem juntos e desafiarem-se um aou outro no primeiro choro. Conheceram-se no quente da barriga das suas (lindas e maravilhosas) Mães e, desde então, é ver a amizade crescer.
Partilharam dress codes, pic nics, fotos colectivas, areia da praia e água da piscina!
É impressionante como gostam um do outro, do alto dos seus 18 meses. O Diogo gasta o nome do Pê até à exaustão, pergunta por ele, quase todos os dias desde que voltamos de férias, chora quando tem de se separar. O Pedro dança de alegria quando vê o Diogo, sorri de uma forma incrível, provoca-o em todas as suas brincadeiras, corre e espera que o Diogo o siga, esconde-se e chama para que o procure. É a verdadeira loucura quando estão juntos, brincam até ficarem de cabelo encharcado de tanto suar e ficam felizes, felizes...
Há poucas coisas boas na vida como os amigos, e ensinar a, maravilhosa, arte da amizade, desde o dia em que se nasce, é dos melhores presentes que podemos dar a um filho. Não sabemos o que o futuro lhes reserva, se um dia enjoam um do outro (ai deles...), se serão, ou não, os melhores amigos do mundo, mas por enquanto vamos bebendo um pouco desta alegria de estar por perto, deste entusiasmo e deste amor pequenino.





















