sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Coisas que aprendi aqui


- A felicidade aprende-se, herda-se, treina-se, pratica-se e ensina-se;
- Sabem o que é que as pessoas felizes têm em comum: fortes e boas relações de amizade;
- O nosso cérebro só se encontra totalmente formado por volta dos 22 anos ( o que faz com que tenha uma tolerência de 9 meses para com a minha irmã);
- As birras do meu filho são (quase) todas do "andar de cima" e, aprendi a não negociar com terroristas! Trata-se portanto, dum rapaz emocionalmente inteligente, com bom controle das suas emoções e boa capacidade de resistencia à frustração, mas manipulador!
-Dar nome aos sentimentos ajuda os pequenos a entende-los e axpressa-los no futuro;
- Evitar o "não" que, ao que parece, desperta zonas maléficas do cérebro. Ou seja, em vez de andarmos metade do nosso dia: não faças isto", "não te quero aí",  trocamos por: "faz antes assim", "anda para aqui". Dizemos aquilo que queremos que façam, em vez de dizer o que não queremos que façam;
-Os rituais e as rotinas dão segurança, criam memórias, laços e sentimentos de pertença.
- A expressão "olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço" não podia ser mais desajustada no que toca a educação, a maneira mais forte de vincular comportamentos é por modelagem;
- Quando repetimos vezes sem conta a mesma ordem e os pequenos parecem que ganham uma surdez aguda, nada como baixar ao nível dos olhos e tocar (sim, tocar) e voltar a repetir a ordem - funciona!!!!!!
- Brincar é coisa séria e 15 minutos por dia (parece pouco, eu sei) fazem milagres. Mas não são 15 minutos quaisquer! São minutos de dedicação total, em que se desligam telemóveis, em que se faz a brincadeira à escolha da criança e não se pensa em mais nada. Brincar, brincar!
- Uma forma de estimular a criatividade dos filhos (e dos pais) é oferecer variedade de brincadeiras (eu disse brincadeiras, não brinquedos) e perceber quais funcionam, quais são do agrado e repetir. A melhor forma de não ficarmos às aranhas na hora, é antecipar e escolher, por exemplo, uma brincadeira para cada dia da semana;
-Não se educam crianças felizes se os pais não estão felizes. Deixar as culpas e os anseios do lado de fora da porta e, termos a capaciddae de nos permitir fazer aquilo que realmente gostamos e nos enche a alma- lembram-se da modelagem lá em cima? Seja correr, fazer dança, um curso ou uma formação... whatever!
- Bolas de praia são bem boas;
- Quando chegamos àquela fase do : Então o que fizeste hoje? Como correu o teu dia na escolinha? e a respostas não vão além de um: Nada de especial, Nada... Uma boa técnica é começarmos nós a falar do nosso dia, carregadas de entusiasmo. A tal da modelagem que falei.
- As birras fazem parte do crescimento, não se resolvem com berros ou palmadas e são momentos de puro descontrolo (estou a falar daquelas à séria, com direito a gritos e mergulhos para o chão) . Reconhecer que há ali uma impulsividade que lhes foge ao controlo torna tudo mais fácil de gerir, descemos ao nível deles e, com calma, tiramos os catraios do sítio da birra e, só depois da tempestade passar é que vale a pena conversar. Acima de tudo, as birras evitam-se não expondo os pequenos a situações de stress (supermercado com fome ao final do dia sem ter dormido a sesta =loucura assassina);
- A Magda, muito dificilmente atende o telefone depois das 20h;
-Somos humanos, erramos e reconhecemos e também aí estamos a ensinar;
-Consequências em vez de castigos. A consequência ensina e tem ligação directa com o acto, criando responsabilidade pelos próprios comportamentos.
- No Gallery Hostel fazem um bolo de maçã e canela para o coffe break delicioso.   Está-me a faltar alguma coisa Ana, Patrícia, Marta, Michele, Liliana, Rita? Magda, falei bem ou gaguejei?

Sabes que és uma pessoa antiga quando achas horrível tudo que é ecografia 3D e, durante a realização da mesma, te saem as seguintes frases para descrever o teu próprio filho:
-Credo, parece um feto de uma galinha, daqueles que estudei em Embriologia
- Ai! parece um filme de ficção científica, o meu filho parece um alien;
- Que horror, vou deitar esta foto fora porque parece uma caveirinha.

(mas depois não contem nada disto ao menino)
(não, a foto não é minha, gamei no google)

Cenas de Homens #6

Há cerca de mês e meio o Diogo lembrou-se de passar o nome das pessoas da família para diminutivos: mamazinha, papazinho, vovó Aninha e vovo Betinho, vovó Laidinha, Bininho e por aí fora. Um amor, uma dçura para os ouvidos... Foi então que decidiu transportar a ideia para quase tudo o resto: livrinho, o metrinho, o Popinho, oh que peninha... e por aí fora.
Meu rico marido, achou por bem ensina-lo a dizer: PAPAZÃO! E, enquanto o diz cerra os punhos e mexe energica e convictamente os braços, como quem dá um murro na mesa, para tornar a coisa mais máscula!!!
Isto durou uns dias e, quando perguntávamos ao Diogocomo s echamava a mamã e o papá, a resposta era: mamazinha e PAPAZÃO! E, pai macho, ficava orgulhoso!
Mas a essência doce e meiga do meu rapaz não aguentou mais e, agora é vê-lo chamar pela casa:
PAPAZÃOZINHO!

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Confissões duma segunda viagem


Há muito que me imagino como Mãe de muitos (leia-se 3 ou 4). Tenho um primeiro filho fácil e doce, sinto que ser Mãe é a coisa que faço melhor na vida,  ajudas não me faltam e amigas na mesma fase de vida (parecendo que não, facilita) e, todos estes factores juntos me incentivaram para o segundo.
E o segundo veio para a minha barriga... barriga que cresce e se faz notar a uma velocidade louca! E, como já falei aqui, com a barriga, crescem alguns medos, em nada semelhantes aos de uma primeira vez. Não sinto as ansiedades nas ecografias, nos exames e rastreios, não sinto medo de fazer este ou aquele esforço.
Eu, que sempre disse e repeti que amor de mãe não se divide e que, mesmo que toda a paixão que sinto pelo Diogo fosse para dividir por 3 ou 4, ainda dava muito, agora sinto medos de amor.
Medo de não amar igual, de forma tão intensa como amo o meu mais velho(!) Quando o abraço ou o deito, penso que o meu coração pode explodir e questiono-me como se vai aguentar a sentir isso em dobro. E será em dobro?
Assusto-me com o tal desleixo de que falei, da ausência de fotos a esta barriga (com excepção daquela acima) e com o medo que isso se reflita no fim dos 9 meses. Assusta-me não sentir a euforia de tantas primeiras vezes que já vivi e de as sentir como repetidas e não únicas, como deveria ser. Assusta-me não ter novamente paciência, nem vontade ou disponibilidade para um novo Projecto 365.
Medos de amor.
Em conversa com a  minha prima (mãe de 2 exactamente com a mesma diferença que os meus irão ter) ela perguntou-me se eu já tinha tido "sentimentos de culpa" em relação ao Diogo, se já me tinham ocorrido pensamentos de "mas o que é que eu lhe vou fazer?" e, curiosamente sinto tudo ao contrário. Sinto que vou dar o melhor presente possível ao Diogo (ainda que ele não o perceba logo), mas assusta-me não poder dar ao Miguel a mesma "exclusividade" que dei ao primeiro.
Depois de por os pés no chão, e a razão voltar a mim, sei que tudo não passam de medos sem lógica e lembro-me da "pontada de amor" que senti no peito ao ver este vídeo aqui, e logo me veio a emoção de ter um ser de meio metro no colo, a dar banho na shantala, o bem que me vai saber amamentar de novo e tudo que irei viver outra vez. Só de pensar em tudo isso o coração disparou, o que mostra que os primeiros parágrafos deste post não passam de devaneios...

(mães e pais de muitos façam-se ouvir)

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

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Sexta a tarde.
Sesta da tarde com a mamã
A dada altura tenho uma cara macia e quente totalmente encostada à minha e um braço em cima da cabeça. Sobra-me pouco espaço para respirar, cabeça já fora da almofada e impossível dormir naquela posição. Mas não me mexo e, dificilmente, encontro lugar melhor no mundo.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Vozes dum consultório que é meu #5

Eu sou nova, ando nesta profissão há escassa meia dúzia de anos (já???), mas há coisas para as quais já não tenho ponta de paciência. A saber:

- Marmanjões e marmanjonas de 30 anos que pedem uma consulta aberta, entram na consultório e dizem que têm gripe porque estão com o nariz entupido. Minha gente, a minha vontade é perguntar: mas e veio aqui por causa dessa merda? Mas não digo, sou uma doutora educada. Faltar ao emprego por ter a porra do nariz a pingar umas dorzitas no corpo há 2 dias? Apetece logo passar Atarax de 6/6h para irem pingar para a cama.

- Paizinhos que ameaçam os filhos em plena consult:. se não paras quieto a doutora dá-te uma pica. Não, não dou picas, e trato logo de o dizer. Adoro gente que não tem autoridade sobre os pequenos e a atira para cima de mim.

- Mãezinhas que, insitem, em responder às questões que eu coloco directamente a adolescentes, não os deixando abrir a boca e acabam, a consulta a acusa-los de não serem responsáveis. Realy??

-Gente que come que nem alarves, fuma, não faz desporto, mas tem obrigatoriamennte que fazer umas análises todos os anos porque "preocupo-me muito com a minha saúde e tenho muito medo que não esteja tudo bem". Really?

- Mãezinhas e paizinhos que solicitam uma consulta aberta muito urgente porque a sua cria de 6/7 ou mais anos vomitou. E pergunto eu: quantas vezes? E respondem eles: uma vez. Really? E já estão com o rabo no centro de saúde porque o "bebé" vomitou uma vez??

E pronto, ficar no centro de saúde 12 horas dá nisto.... mas eu até sou uma tipa porreira!

Calendários do Advento


Desde que me lembro que, em casa dos meus pais, havia sempre este presente a 1 de Dezembro. Entretanto cresci, virei moça casadoira e já lá vão 4 Natais sem calendário para mim. No entanto, a minha irmã, com os seus 21 anos, vai receber este fim de semana, o seu calendário directamente em Espanha, onde se encontra em Erasmus! Lá porque está longe, não se rompe a tradição!!
Como gosto destes pequenos rituais, pensei iniciar este ano com o Diogo, mas surge um problema: o rapaz não gosta de "chocolata" e a magia da coisa é terminar o dia com alguma coisa que nos sabe bem e nos conforta. Assim sendo, estou seriamente a pensar construir um calendário para o Diogo com... azeitonas!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Ele é #4

SORTUDO

(os 4 avós enfiados na casinha!!!)

Não é uma característica de personalidade que o define, mas é uma circunstância da vida que, de certeza,  o vai marcar para sempre. O Diogo tem 4 avós sempre disponíveis, que alimentam, vão ao paqrue, cantam, dançam, rebolam no chão (literalmente), ficam suados e de rastos por correrem com ele. Tem 4 tios e tias que o adoram, que lhe fazem as vontades, as palhaçadas, que rebolam no chão (literalmente), que o visistam, que ficam tristes e com medo de ser esquecidos quando não podem estar mais vezes. Tem a Mina que o acha um pequeno génio, que diz, constantemente que nunca viu menino igual, que dá gargalhadas com todas as suas habilidades, que lhe ensina todo um novo vocabulário, que rebola no chão (literalmente), que se enfia com ele na casinha e faz "a quinta" com todos os animaizinhos. Tem a Tia Paminha (Carminha para a restante familia) que o leva a andar de metro e autocarro todas as quintas feiras, que trata da roupa dele antes de tudo o resto, que lhe canta e que rebola com ele no chão (literalmente).
E estas são as pessoas dele do dia a dia.
 Depois tem uma madrinha maluca (que também é minha) que o ensina a regar, a plantar ervinha, a dar comida aos gatos, a lavar paninhos no tanque  e a varrer o pátio (dito assim até soa a exploração), que lhe faz palhaçadas, que lhe ensina regras, que o acha sempre capaz de mais e que rebola com ele no chão (literalmente). Tem um padrinho que ele adora, que fala com ele como fala com qualquer um de nós, que lhe faz as vontades quando a madrinha diz que não e se ri ainda por cima e que, se preciso for, rebola com ele no chão (literalmente).
E tem todos os amigos do pai e da mãe que o adoram, que perguntam por ele quando não vem, que brincam, que tomam conta quando precisamos, que gostam de falar com ele ao telefone, que o fazem rir e que, basta pedir, para rebolarem com ele no chão.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Mães de meninos

"Moms of Boys


Most moms would do anything to enhance their child’s quality of life. Even with this great level of devotion, many moms of boys admit raising boys is both a joy and a challenge. As a mom of three boys, I have learned - boys love to make messes, run, climb, swing, make loud noises, tease siblings, laugh, and challenge rules. But what do boys really need from moms? Research is now proving, what most of us already know, that boys need moms in order to grow into healthy, well-adjusted men.

According to William Pollack, Ph.D., “Far from making boys weaker, the love of a mother can and does actually make boys stronger, emotionally, and psychologically. Far from making boys dependent, the base of safety a loving mother can create...provides a boy with the courage to explore the outside world. But most important, far from making a boy act in ‘girl-like’ ways, a loving mother actually plays an integral role in helping a boy develop his masculinity.”

New brain imaging research shows how important it is that moms of boys regularly hug, hold, and nurture their boys. This research has found that the amount of nurturing a child receives from his or her mother early in life may lead to a larger hippocampus (the area of the brain responsible for handling stress and building memory). Dr. Joan Luby, lead researcher of this study and psychiatrist at the Washington University School of Medicine in St. Louis said, “We can now say with confidence that the psychosocial environment has a material impact on the way the human brain develops.”

Moms of boys teach their sons the first lessons they learn about love, support, comfort, and trust. The bond boys have with their mothers can help them to be more successful in many different areas of life."


Nada como uma boa desculpa científica para entupir o meu rapaz de beijos e braços: filhinho, eu sei que a mãe é chata, mas estou apenas a desenvolver o teu hipocampo! Espero que isto resulte também na adolescência

Ele é #3

VAIDOSO

O meu menino adora vestir-se e ver ao espelho. Dizemos que está cheio de pinta, que está lindo e afins e faz, de imediato, aquele sorriso meio orgulhoso, meio envergonhado. É com a ajuda do espelho, que tenho no meu quarto que consigo que ele use aquilo que eu quero e que, inicialmente, ele resiste. Resultou para os chapéus e boinas no Verão, para os óculos de sol que exibia orgulhoso, para os lenços ao pescoço e, mais recentemente, com os gorros e chapéus mais quentinhos.
Sempre que a expressão "que pinta" é dita, ele fica feliz da vida e não se importa de vestir e despir.
A vaidade funciona igualmente bem com o "cheirinho", que é como quem diz, com os discos de algodão embebidos na 1ª Água da Uriage, com o secador de cabelo, com as havaianas que, inicialmente detestava, com a touca da piscina...
Enfim, vou ter outro igual ao paizinho cá em casa! (sorry pela denúncia)

Tenho uma amiga #12


Que fala com imensa paixão daquilo que faz e (também) por isso o trabalho lhe corre tão bem!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Ao estilo Rock in Rio: EU VOU

Barriga report

Sinto que devo um pedido de desculpas público a este que carrego na barriga. Não quero entrar em comparações, ou pelo menos desejo que elas se fiquem pelos 9 meses, mas posso adiantar que, por esta altura, já tinha dedicado mais de 20 posts neste blogue à minha primeira gravidez, já tinha tirado um sem número de fotos à barriga e ao seu suposto crescimento... Deparo-me com um post dedicado a este filho que agora cresce em mim e ZERO fotos a esta barriga acolhedora! Injusto não é?
Numa noite qualquer da semana passada, em conversa com o Pedro disse-lhe que estavamos a ser injustos, e descuidados com este novo filho porque não lhe ligávamos nadinha e, eu, passava a maior parte do tempo sem me lembrar que estava grávida. Ele concordou, pediu desculpas para o meu umbigo, deu beijinhos e miminhos e prometemos ser mais atentos. Mas, a verdade, é que se eu puxar a memória atrás, durante os primeiros meses da gravidez do Diogo, disse imensas vezes que nem me lembrava que estava grávida. No entanto, tenho fotos de todos os angulos duma barriga inexistente (o mesmo já não se pode dizer desta).
Às tantas, estes meus esquecimentos explicam muita coisa: este rico filho que trago tem de esforçar mais que o irmão para s efazer notar, quer com enjoos que não tive, com um sono descomunal (era menina para dormir um fim de semana inteiro), uma falta de energia, uma taquicardia de cada vez que subo 3 degraus, um cabelo que, ao contrário do que seria de esperar e ao contrário da outra garavidez, ficou oleoso, umas unhas que partem...
Claro que, de cada vez que enunciei estas diferenças a resposta era universal:
 É MENINA!
E eu, sempre com o feeling contrário! Desde que soube que estava grávida, tive a sensação de que outro "menino da mamã" estaria a caminho. E uma mãe nunca se engana...

Tenho um Miguel na barriga!

O nome, que, aparentemente estava escolhido já desde a gravidez do Diogo, ficou em dúvida quando soubemos que seria novo rapaz. Na verdade, ficou esse nome no ar numa conversa durante uma viagem de carro, mas nunca foi nada muito definitivo ou de extremo significado para qualquer um de nós. No entanto, enquanto conversávamos sobre esse assunto após a ecografia reveladora, e enumerávamos alguns nomes, o Diogo começa  a repetir: Miguéu, Miguéu e o nome ficou definitivamente escolhido!
Bonito assim, não é?

sábado, 3 de novembro de 2012

Cenas de Homens #5

Uma das coisas que o Pedro se lembrou de ensinar ao Diogo em férias, foi a andar de mãos nos bolso. Coisa, que no entender dele, dá muita pinta. E tudo que inclua a expressão "muita pinta" o Diogo alinha em segundos



A verdade, é que à conta deste ensinamento tão importante que o Pai lhe deu, a Mariana Sabido presenteou-nos com isto:



quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Novo record de tamanho de frase (perceptível, claro)

"O poquinho foi hota comê uma boóta. Bem feito cão tem mania ser petalhão"

Suspeito que para melhorarmos a comunicação nesta casa, vou começar a a dar ordens em forma de música e com rimas. Parece que as decora todas.



segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A melhor notícia do ano chegou!

Quando, no dia 1 de janeiro de 2012, à meia noite em ponto, vejo um ninho de tartarugas eclodir e centenas de pequeninas em direcção ao mar, o meu pensamento foi o que todos sabem:
2012 é um ano de fertilidade!
E, para que não ficassem dúvidas dos meus dotes de adivinhação, escrevi aqui e, já tantas outras vezes o confirmei por este blogue.
Mas o meu primeiro pensamento foi para a Sofia e o André! Foi para eles que eu desejei, antes de todos, que a fertilidade sorrisse!
E que sorriso tão bom!
Depois de médicos pára trás e para a frente, opiniões contrárias, viagens, exames, esperas, falsos alarmes, ansiedades e desilusões, lutas pela procura de uma outra opinião, segredos, medos, muitos medos... a Sofia e o André carregam neles a melhor notícia possível. Treze semanas que viveram em silêncio e que ontem decidiram partilhar da forma que tanto caracteriza o pai da criança: personalizada e cheia de humor. E o povo gritou, chorou, abraçou, a histeria foi paralela coma  alegria que todos sentiram. A alegria que só os amigos sentem pela felicidade uns dos outros.
Confesso que ainda não me passou a excitação da novidade e, durante o dia de hoje, já pensei uma meia dúzia de vezes naquele bebé tão desejado! Bebé, que, coincidência maravilhosa, partilha com o que trago a idade e a previsão de um mês de sol para nascer!
Já disse como estou feliz?

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Lição de uma vida #10


Quando és loira, cabelo comprido e te deitas com o cabelo molhado, na manhã seguinte acordas a parecer um dos membros dos Kelly Family.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Feitiço contra o feiticeiro

Sempre fez parte dos meus planos maternais, incutir no Diogo (e nos que mais viessem) o gosto pelos livros, pelas histórias, pelas imagens. Nesse sentido, comecei muito cedo a comprar os mais apropriados e fui tendo sempre sucesso. No seu primeiro Natal, os presentes dos pais não foram além de livros: o Principezinho em pop up, e uma colecção de 10 mini-livros compilados numa caixinha chamada "A minha Primeira Enciclopédia", comprada no Brasil. (consequência: o menino aprendeu a dizer trem e ônibus). O primeiro, ainda não está acessivél às suas mãos ainda pouco delicadas, mas a tal Enciclopédia fez um tremendo sucesso: o Diogo gostava tanto que até comeu partes dela... Verídico!
Depois veio a paixão por uma colecção de livros que comprava no Continente, em que a personagem principal era um bebé que não sabia onde estavam objectos, animais ou meios de transporte e, para os procurar, ia levantando abas coloridas e ilustradas, até encontrar o pretendido, fazendo este o som correspondente. Amor total por esta colecção!
Mas agora chegaram as obsessões:



Criamos, recentemente, o hábito de ler antes de ir para a cama e, menino Diogo armado em intelectual, só fica satisfeito com estes 3! Quer dizer, ele satisfeito não fica, porque, por vontade dele, lia cada um umas 7 ou 8 vezes. Até aqui tudo bem, não fosse o facto de andar há 15 dias a ler os mesmos 3 livros à noite. No entanto, basta estar em casa para o rapaz me pediar o trio. Fins de semana então, é uma alegria: posso dizer que, domingo passado, li 3 vezes cada um e recusei-me outras tantas. A coisa está em tal ponto de repetição, que, uma boa parte do serão de leitura é feito comigo apenas a virar páginas e o rapaz a dizer aquilo que lá está ou a completar o que eu leio...
Eu juro que agradeço, do fundo do coração, à minha prima Raquel, ao Rui e à Angela e à minha Tia Rosinha pela oferta destes 3 livros, mas eu já vomito pelos olhos "Os datos", "Minha mamã" e o "Pitapan"


Ele é #2

NOJENTINHO

Ao meu menino não lhe pode cair um niquinho que seja, de sopa ou arroz ou lá o que está a comer, nos dedos. Se, acidentalmente, toca no prato e um pingo de comida lhe suja as mãos, cai o carmo e a trindade, baixa o "drama king" e não sossega enquanto o detrito lhe abandonar o corpo. Mas a limpeza não pode ser feita com a babete, um guardanapo ou outro objecto de limpeza. Não, o menino acha que só fica bem limpo se for com a boquinha da sua mãe... e  lá ando eu a comer mini restos de sopa, massa ou fruta! (a culpa é minha, eu sei, que fiz isso uma vez e ele achou um piadão)
Agora, se o assunto é terra, enfiar a chupeta na sanita, meter as mãoes dentro da boca dos cães, ou ser lambido pelos mesmos, passa-lhe o nojinho todo...

Tenho uma amiga # 11


Que o deixou de o ser porque quis... apesar de todas as vezes que a falta de "jeito para ser amiga" lhe foram desculpadas.

Traduzindo

Béba

Piami



Pióquim



Não digo, mas dá para rir um bocadinho à custa da criança!

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A frase mais longa

Hoje, o Diogo disse a sua frase mais comprida de sempre e teve direito a palmas. Ei-la:

"Maião, maião, maião, que bida é tua"

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

é que não podia ser mais "tal e qual"

Ai que burrinha que eu me saí


Depois de, armada em fina, etiquetar o blogue inteiro e ter achado que a salvação do planeta passava por aí, apercebo-me, 3 dias depois, que as etiquetas não aparecem ligadas aos posts!
A intelligência informática é uma cena que a mim não me assiste.