- A felicidade aprende-se, herda-se, treina-se, pratica-se e ensina-se;
- Sabem o que é que as pessoas felizes têm em comum: fortes e boas relações de amizade;
- O nosso cérebro só se encontra totalmente formado por volta dos 22 anos ( o que faz com que tenha uma tolerência de 9 meses para com a minha irmã);
- As birras do meu filho são (quase) todas do "andar de cima" e, aprendi a não negociar com terroristas! Trata-se portanto, dum rapaz emocionalmente inteligente, com bom controle das suas emoções e boa capacidade de resistencia à frustração, mas manipulador!
-Dar nome aos sentimentos ajuda os pequenos a entende-los e axpressa-los no futuro;
- Evitar o "não" que, ao que parece, desperta zonas maléficas do cérebro. Ou seja, em vez de andarmos metade do nosso dia: não faças isto", "não te quero aí", trocamos por: "faz antes assim", "anda para aqui". Dizemos aquilo que queremos que façam, em vez de dizer o que não queremos que façam;
-Os rituais e as rotinas dão segurança, criam memórias, laços e sentimentos de pertença.
- A expressão "olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço" não podia ser mais desajustada no que toca a educação, a maneira mais forte de vincular comportamentos é por modelagem;
- Quando repetimos vezes sem conta a mesma ordem e os pequenos parecem que ganham uma surdez aguda, nada como baixar ao nível dos olhos e tocar (sim, tocar) e voltar a repetir a ordem - funciona!!!!!!
- Brincar é coisa séria e 15 minutos por dia (parece pouco, eu sei) fazem milagres. Mas não são 15 minutos quaisquer! São minutos de dedicação total, em que se desligam telemóveis, em que se faz a brincadeira à escolha da criança e não se pensa em mais nada. Brincar, brincar!
- Uma forma de estimular a criatividade dos filhos (e dos pais) é oferecer variedade de brincadeiras (eu disse brincadeiras, não brinquedos) e perceber quais funcionam, quais são do agrado e repetir. A melhor forma de não ficarmos às aranhas na hora, é antecipar e escolher, por exemplo, uma brincadeira para cada dia da semana;
-Não se educam crianças felizes se os pais não estão felizes. Deixar as culpas e os anseios do lado de fora da porta e, termos a capaciddae de nos permitir fazer aquilo que realmente gostamos e nos enche a alma- lembram-se da modelagem lá em cima? Seja correr, fazer dança, um curso ou uma formação... whatever!
- Bolas de praia são bem boas;
- Quando chegamos àquela fase do : Então o que fizeste hoje? Como correu o teu dia na escolinha? e a respostas não vão além de um: Nada de especial, Nada... Uma boa técnica é começarmos nós a falar do nosso dia, carregadas de entusiasmo. A tal da modelagem que falei.
- As birras fazem parte do crescimento, não se resolvem com berros ou palmadas e são momentos de puro descontrolo (estou a falar daquelas à séria, com direito a gritos e mergulhos para o chão) . Reconhecer que há ali uma impulsividade que lhes foge ao controlo torna tudo mais fácil de gerir, descemos ao nível deles e, com calma, tiramos os catraios do sítio da birra e, só depois da tempestade passar é que vale a pena conversar. Acima de tudo, as birras evitam-se não expondo os pequenos a situações de stress (supermercado com fome ao final do dia sem ter dormido a sesta =loucura assassina);
- A Magda, muito dificilmente atende o telefone depois das 20h;
-Somos humanos, erramos e reconhecemos e também aí estamos a ensinar;
-Consequências em vez de castigos. A consequência ensina e tem ligação directa com o acto, criando responsabilidade pelos próprios comportamentos.
- No Gallery Hostel fazem um bolo de maçã e canela para o coffe break delicioso.
Está-me a faltar alguma coisa Ana, Patrícia, Marta, Michele, Liliana, Rita? Magda, falei bem ou gaguejei?