quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Acto de rebeldia em construção

Sigo umas quantas nutricionistas portuguesas no instagram porque gosto de tirar ideias e é para isso mesmo que elas por lá andam. Há uma que mostra sempre a sua "merenda" da manhã e da tarde pede para partilharmos a nossa. Juro que um dia respondo "sandes de panado".

domingo, 6 de dezembro de 2015

Mudar é o verbo #4





Durante 7 anos de trabalho em Centros de Saúde ouvi dezenas (centenas?) destes discursos de mulheres nos seus 40, 50, 60, 70 anos. arrependidas do que não fizeram, do que protelaram, do que esqueceram, do que não viveram em nome dum suposto bem maior. Se, para as mais antigas, foi o abandonar duma possível carreira porque o marido não queria que trabalhasse fora, era mal visto, ou porque alguém lhes disse que deveriam cuidar da família, para outras foi o "abandonar" do tempo em família porque agora podiam trabalhar, ser mais fortes na sociedade, ter um papel activo, uma profissão em crescente. E, em ambos os diferentes discursos, a tristeza por vezes saltava por não terem tido a possibilidade de fazer o que as realmente fazia felizes. Obviamente que fui ouvindo muita gente feliz com as escolhas que fez, mas tantas vezes pensei para mim que não queria, um dia mais tarde, ter aquele discurso, o do "e seu tivesse feito o que o meu coração mandava". Foram essas mulheres o mote para  minha mudança, para a minha coragem para a mudança. E, sempre que penso neste assunto, a palavra coragem salta sozinha. É estúpido, mas a verdade é que parece que é preciso ter coragem para assumir que aquilo que nos faz feliz não vai ao encontro à maioria, não segue a maré. Senti que muita gente me olhou de lado por dizer que queria deixar do Centro de Saúde para ter tempo para ser mais Mãe, sinto que me acham uma preguiçosa quando digo que não tenho o menor interesse em fazer a tese de mestrado e ficar apenas com pós graduação do ano curricular. Não faço porque não gosto, não me traz nenhum benefício e me vai roubar  tempo para o que realmente ME importa. 
E ouvir este vídeo só me reforça alguns gestos, como o deitar-me todas as noites com os meus filhos para que adormeçam com um bocadinho do meu abraço, mesmo que algumas vezes eu também adormeça por lá, mesmo que as teorias todas digam que eles devem saber adormecer sozinhos, mesmo que me tenham dito algumas vezes que não deveria ter acudido a todos os chamamentos nocturnos do Miguel durante os longos meses de falta de sono. O cliché do tempo que voa é a maior verdade da vida e, um dia, eles vão-me pedir para irem para o quarto sozinhos e eu terei a minha memória cheia e consolada. 
Provavelmente chegarei à minha terceira idade com pena de muitas coisas que não senti ou vivi, mas tento, todos os dias, que sejam o menos possível.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Quatro

Foi o número de horas que o rapaz dormiu. Convém referir três coisas: primeiro, não estava com febre,segundo, não lhe dei qualquer tipo de medicação e terceiro, só acordou porque alguém saiu de casa e a porta bateu.

De salientar também que o facto da mãe dele escrever dois posts seguidos sobre uma única sesta é um  excelente indicador do seu nível de inveja.
Quando o Diogo crescer e virar adolescente (ai jasus) e vier com conversas do tipo: ai quem me dera ser adulto e tal, os crescidos fazem o que lhes apetece e mandam na sua vida e tal, , vou-lhe lembrar o dia de hoje, sexta feita 27 de novembro, black friday até, e vou-lhe dizer que, enquanto ele dorme uma sesta que já vai em três boas horas (mas ainda não acordou), a mãe dele, adulta e autónoma que manda na sua vida, está agarrada ao power point a fazer uma apresentação sobre um artigo que fala do impacto da vitamina D em senhoras velhinhas em lares.
Realmente, ser adulto é mesmo do melhor que há!! Yupii

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Ai meu Deus, ai meu Deus, ai meu Deus

O meu coração até acelerou quando li esta receita, que até nem é do demónio, mas vai-me fazer muito feliz. Preciso muito de organizar qualquer coisa com mais 29 pessoas para eu comer só 1. É que eu detesto restos de coisas boas, ficam ali a a chamar-me baixinho, tão baixinho que só mesmo eu é que oiço. E eu, boa pessoa como sou, sinto-me no dever moral de os comer. Assim sendo, basta inscreverem-se na caixa de comentários e, quando formos 30 eu prometo que faço isto para vocês num mega evento solidário. Solidário com as minhas papilas gustativas, claro está.


A receita está todinha neste blogue que todos os dias me abre o apetite. Como se eu precisasse...

Aleatoriedades minhas #24

Acho ridículo, profundamente ridículo, que de cada vez que um médico vai à televisão, vá vestido com bata e estetoscópio. Pior mesmo só quando vão equipadinhos com a roupa de ir para o Bloco. Por acaso os juízes vão de beca e martelinho na mão? Um detective vai de lupa e máquina fotográfica? Um anatomista vai de bisturi em punho? O dentista vai de máscara na boca? As stripers vão já nuas?
Juro que não entendo esta necessidade de mascarar os médicos de "senhores doutores" quando vão a um qualquer talk show.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Alegria é #17

Saber que existem pessoas que fazem muito mais que a sua obrigação no seu trabalho, saber que dão de si a quem as procura. Alegria é ter essas pessoas a trabalhar comigo.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Leis (quase) absolutas da maternidade #9

Ter um filho que dorme mal é muito, muito, mas mesmo muito pior do que um filho que come mal. 
Porque, mesmo que ele não coma, nós podemos comer na mesma.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Macacaquices

senhora dona macaca, de vez em quando dá-me destas prendas e, como tenho aqui duas pacientes a falar vou-me dedicar a fazer-lhe a vontade. Afinal, nunca se contraria uma mulher grávida.

1. Gostavas ou vês-te a viver do blogue?
Não consigo responder um sim nem um não definitivos. Se escrever estas palermices, sem pressões ou prazos, me desse dinheiro, não deixava de ter o seu interesse. Mas, se este fosse o meu único trabalho talvez não tivesse metade para dizer. O que eu penso e escrevo vem-me da rotina do dia a dia, do trânsito para o trabalho, das pessoas com quem falo e, claro está, da minha dinâmica familiar. No fundo, tinha de ser alguém muito louco para me pagar fosse o que fosse por o que aqui se escreve. Sinceramente, e com todod o respeito por quem o faz, não me imagino a fazer posts "a pedido" sobre esta ou aquela marca.

2. Qual o primeiro blogue que abres quando te sentas ao PC (o teu não conta)?
Regra geral vou pela ordem que está à direita no meu blogue e esta é uma ordem cronológica de posts. Curiosamente, vejo que a pipoca até nem está ali á direita, mas até gosto de ir lá espreitar.

3. Três objectivos que tenhas para o teu blogue em 2016.
Nenhum.
Nenhum.
Nenhum.
mentira, apenas espero que ele continue a ser um reflexo do meu dia a dia, bem disposto, apalermado aqui e ali e com muito amor.

4. Se pudesses trocar de blogue com alguém, com quem seria?
Trocava com uma qualquer blogger de viagens. Mas há dúvidas?

5. Porque é que começaste um blogue? E porque o mantens?
Comecei, algures em 2005/2006 o Palavras Dementes que me entreteve durante uns anos. Entretanto deixei de lá escrever e, quando engravidei do Diogo apeteceu-me voltar a escrever e partilhar. Mantenho por isso mesmo, porque gosto da partilha no geral. Gosto de partilhar uma palermice qualquer que me surge porque sei que alguém se vai rir com isso, gosto de partilhar dúvidas que são até muito minhas, mas sei que vai haver alguém com um dilema semelhante e se vai sentir melhor por se saber acompanhada na dúvida, gosto de partilhar as peripécias dos meus filhos porque são meus e isso basta, gosto de partilhar o que sinto por eles porque acho um sentimento bonito demais para ficar guardado.

6. Gostavas de conhecer pessoalmente os autores dos blogues que segues?
Conheci duas bloggers que seguia, a Kiki do Familia 3e meio e a Magda do Mums the Boss. As experiências não podiam ter sido melhores e, se a primeira mora longe de mim e mesmo assim vamos mantendo um contacto ocasional ( e até já me arranjou bilhetes para um concerto do Seu Jorge), a segunda virou amiga do coração, com quem falo quase todos os dias, nem que sejam 2 ou 3 frases no whats app. Uma troca de emails a propósito de blogues que terminou com uma admiração e respeito mútuo enormes, ao ponto dela me ter convidado para fazer a apresentação do seu livro. Assim sendo, a julgar por esta amostra, acho que gostava de os conhecer a todos. (Ah, já me esquecia que também conheço a Ursa, do quadripolaridades e, tal como no blogue, a pessoa é tola como uma casa, mas com uma capacidade de mobilizar pessoas para o bem que admiro bastante.)

7. Define o meu blogue em meia dúzia de palavras... ou numa, vá!
Simples. Objectivo. Verdadeiro mas também misterioso. 

8. O que te faz fechar imediatamente um blogue e nunca mais lá voltar?
Demasiado cor de rosa, no sentido da cor e no sentido da forma como se descreve os dias. mas também não gosto deles demasiado negros e amargurados. Não gosto de pseudo pessoas. Não gosto de demasiados pontos de exclamação. Não gosto de 356 fotos do filho a babar-se. Não gosto de pseudo fashionistas nem demasiados must have matchy matchy wanna be a jumpsuit. (é macacão minha gente).

9. Qual a tua maior fonte de inspiração para escrever no teu blogue?
Resposta básica e simplista, mas verdadeira: a vida simples do dia a dia.

10. Que características te prendem a um blogue?
As imagens, a pessoa que escreve, o sentido de humor, o sarcasmo simpático, os posts publiciários de coisas que gosto, as histórias reais escritas em poucos parágrafos, o sentido de humor, as receitas fáceis e bonitas, o facto de escreverem com regularidade, as vidas como a minha, ou seja, gosto de ler coisas que podiam ter acontecido comigo, por exemplo. No fundo, a sensação de identificação.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Leis (quase) absolutas da maternidade #8

Os miúdos são más pessoas. Muito más pessoas que detestam e são contra o descanso dos pais, porque, se durante a semana, é preciso fazer o pino e um mortal encarpado para que saiam da cama entre as 8.15/8.30h, ao fim de semana acordam frescos e fofos às 7.30h.
Más pessoas.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Isto está a ser demasiado declarado


  1. Anda toda uma blogosfera a ler o meu blog e a copiar o meu talento e estilo único no que à moda diz respeito (NOT). Ora cliquem aqui, mesmo aqui, e digam se não tenho razão.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

E não é que me voltou a copiar? Não tarda ainda me aparece a pedir sapatinhos das Xancas para ela e para as gordas dela. Só para andar igual a mim!

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Amor de filho

Tanto se fala no amor de mãe pelos filhos, que não se ama igual dois filhos, que não se educa de maneira igual porque nos surgem em fases diferentes da vida, são duas pessoas diferentes. E depois há quem insista em dizer que não, que o amor da mãe é igual para todos, ocupam lugar idêntico no coração. Mas, a verdade, é que ninguém fala do amor de filho. Os meus filhos amam-me e "vivem-me" de formas tão distintas e perfeitas. 
O Diogo tem-me amor no olhar, na intenção e nos gestos. É um amor tranquilo, sereno e seguro e, aquilo que ele sente por mim é o suficiente para que adormeça tranquilo no meu abraço. O amor do Diogo é passivo, sou eu que o agarro antes de adormecer e ele deixa-se ir no embalo das minhas mãos nas suas costas. O Miguel tem-me amor na pele, um amor ansioso, turbulento e que precisa de toque. O Miguel esfrega as bochechas nas minhas mãos quando o vou buscar à escola, enrosca-se nos meus braços, procura o meu calor. O amor do Miguel é intenso, por vezes raivoso e descontrolado, quando me aperta a cara e cerra os dentes. O amor do Miguel é activo, é ela que me abraça antes de dormir, é ele que me acaricia a face e diz "tu é muito uinda" e depois me dá beijos. 
E eu sou feliz nestes dois amores, neles me encontro. E, se há dias em que tudo o que preciso é dum amor tranquilo, noutros a exigência também me sabe bem, porque me faz sentir querida. Sou suspeita, é certo, mas acho que tenho a combinação perfeita.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Aleatoriedades minhas #23

Admiro IMENSO aquelas pessoas que sacam, em variadíssimas circunstâncias, sacam duma bisnaga da carteira e besuntam as mãos. Mulheres que carregam consigo creme de mãos merecem todo o meu respeito.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

E não é que ela lê o meu blog e quis comprar uma carteira igual à minha? Mas, para disfarçar, mudou a cor.
Eu sabia que era uma trendsetter, não tarda nada estou a receber emails com dúvidas da Olivia.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Aleatoriedades minhas #23


Adoro, quando tenho tempo físico e mental, ficar no chuveiro sem me mexer e ir, progressivamente ir aumentando a temperatura da água, à medida que a minha pele ganha resistência. Fico com a pele vermelha e com o espelho completamente embaciado. 
Isto faz um mal danado e múltiplos aspectos, mas dá-me um prazer tremendo.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Questões para lá de pertinentes #19

Onde tinha eu a cabeça quando me inscrevi num Mestrado sabendo as seguintes permissas: sextas e sábados das 9h às 18h, exames de avaliação frequentes ao longo do semestre, dois filhos pequenos e um deles a dormir mal, poucas (nenhumas) saudades de sentar o rabo um dia inteiro para estudar. Onde, onde tinha eu a cabeça?

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Há sempre uma primeira vez

Fiz ontem a minha primeira compra por impulso e, passadas quase 24h, continuo muito feliz. A imagem apareceu-me enquanto passeava no instagram e, em menos de cinco minutos, estava a receber o email de confirmação de compra. Espero sinceramente que isto não se torne um hábito, mas acho que eu e ela vamos ser muito felizes juntas.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

As crianças são um empecilho

As crianças, com especial destaque para os nossos filhos, são um estorvo à vida. Deixámos de ter espontaneidade no dia a dia a dia porque tudo tem de ser pensado e preparado com a devida antecedência. A sopa tem de estar feita, a roupa do colégio pronta, é preciso decidir de véspera quem leva e vai buscar à escola, em que actividades extra curriculares vão participar, e o que tenho pensado para os entreter enquanto dou um jeito à casa e faço o jantar. Os horários para cumprir, a rotina  que pode ser quebrada, mas o mínimo possível para que haja estabilidade e previsibilidade na vida dos pequenos. Não dá para chegar às oito da noite e decidir que, afinal não quero fazer jantar e vamos mas é ao cinema. Para conseguir jantar fora a um sítio não baby friendly, é necessário todo um planeamento estratégico de horas e avós e malas com pijamas e roupa para o dia seguinte. E a barriga, aquilo que fazem à nossa barriga? Não querem que vos explique tudo aquilo que um filho faz a uma relação, pois não? Sãos as discussões devido ao cansaço e à falta de espontaneidade que os putos nos tiram, são o "faz assim porque é melhor" ou "faz assado porque eu é que sei", é o tempo de qualidade ao final do dia que desaparece e se esfuma entre banhos, jantares e brincadeiras com os meninos que precisam da atenção dos papás. As férias são planeadas, em parte, a pensar neles porque se eles estiverem tranquilos e divertidos nós poderemos pensar em relaxar e descansar. No entanto a tarde pára para as sestas, caso contrário ficaria o caos instalado devido ao mau humor. Mas, mesmo assim, o raio dos miúdos acham que podem fazer birras porque afinal nem queriam aquela comida ou três gelados por dia é que é a conta certa e somos uns autênticos tiranos por só dar dois. Os filhos dão cabo do nosso sono e da nossa paciência. O Miguel voltou a dormir mal, a querer colo a cada 5 minutos acordado, a andar no meio das minhas pernas enquanto eu faço coisas por casa. Lembrou-se que me quer a mim para tudo e mais alguma coisa e, ai de alguém que se lembre de lhe descalçar os sapatos, porque isso (e tudo o resto) só a sua mãezinha pode fazer. Os filhos desgastam-nos, fazem-nos olheiras e rugas e depois fazem-nos gastar um dinheirão em cremes e tratamentos para parecer que estamos óptimas, frescas e fofas. O Diogo é um choramingas, em casa, única e exclusivamente em casa porque na escola, o sacana, não dá um ai e tem sempre bolinha verde de muito bom comportamento. Em casa chora e dramatiza cada momento e consome-me a paciência a cada choramingadela. Os irmão, aquela tal multiplicação do amor, pegam-se, empurram-se, querem o brinquedo um do outro e odeiam-se momentaneamente. Fazem queixas um do outro em catadupa e eu, ingénua, às vezes ralho, tomo partidos, castigo o agressor e, dali a dois décimos de segundo, estão a rir e a brincar como se o conflito anterior fosse totalmente irrelevante.
Os filhos acabam com a vida que existia antes deles, mas dão-lhe uma luz e uma cor tão únicas que fazem com que todas as linhas escritas acima sejam um pequeno nada. Deito-me à noite com eles para que adormeçam e sou invadida por um misto de perdão pelo mal que me fazem e agradecimento imenso por serem meus. Lembro-me de, em Agosto, me ter deitado com os dois, um de cada lado, para dormir a sesta, abraçaram-me e adormeceram assim. Eu numa posição desconfortável, atravancada entre dois corpos pequenos cada um mais em cima de mim do que o outro e estes pensamentos loucos passaram todos pela minha cabeça. Loucos porque senti uma felicidade tão serena e boa enquanto pensava em como a minha vida mudou. A maternidade é isto mesmo, uma posição incómoda a que o nosso corpo se adapta e se sente feliz.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Clichés da idade

Com os anos que passam, aprendes a valorizar o conforto duma roupa interior. Aprendes que, mesmo com uma roupa casual, uma lingerie bonita faz-te sentir bem. Ninguém vê, mas tu sabes que por dentro tens uma rendinha sexy.
E depois, num belo dia de sol, entras na Oysho e pensas em como eras feliz se pudesses ter no teu armário todos os bodies lindos, lindos, alguns até já com soutien incorporado. Riquezas.








Escusam de me oferecer o primeiro porque já tenho. Mas obrigada na mesma.

Leis (quase) absolutas da maternidade #7

Os teus filhos vão-te fazer/dizer exactamente aquilo que tu lhes fazes/dizes.

-Mamã, quero ver o teu cocó. Que lindo cocó mamã!