domingo, 31 de janeiro de 2016

Aleatoriedades minhas #25

Ando há meses para comprar um champô seco mas ainda não tive coragem. No fundo é como dizer: eu hoje vim aqui comprar um champô para aqueles dias em que me armo em badalhoca e não me apetece tomar banho, mas quero o cabelo compostinho.
Tenho mesmo vergonha que pensem isto de mim e, assim sendo, lá vou adiando e, que remédio, lá vou tomando um banho decente com alguma frequência

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Aleatoriedades minhas #24

Há pouco mais dum par de anos, odiava unhas cinzentas ou pretas, achava uma parolisse pegada.
Agora acho uma chiqueza. No fundo, sou uma vira casaca da pior espécie.
(Este é o típico post de quem devia estar a estudar e arranja todas as desculpas para não o fazer)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Não Marta Cunha.
O post abaixo não é sobre a Sá.

Pó de fada.... no AR!!!

As Mães são fadas, toda a gente sabe disso. E eu acho um desperdício aquelas que não usam os seus poderes com mais frequência, acho até criminoso. Toda a gente sabe que um beijinho de Mãe num dói-dói tem um efeito três vezes mais potente que uma colher de sobremesa de Ben-U-Ron (eu sou médica e leio estudos científicos duplamente cegos e afirmo isto com toda a propriedade). Mas há mais para além do beijinho, há infinitos poderes desconhecidos e à espera de serem explorados.
Lá em casa funciona, os meus poderes são musicais, apesar de eu cantar mal como o raio. Descobri esta minha magia com o Diogo, rapaz dado ao drama quando se magoa, e eu inventei uma música carregada de analgésico e anti inflamatório que funciona em segundos. Aliás, já o apanhei (secretamente) a cantar sozinho, para si próprio essa música depois de se magoar e também a cantar para o irmão. O meu truque canta-se assim: 

Sai, sai, sai, 
vai embora dói-dói.
Sai, sai, sai
Da cabeça (ou local magoado) do Diogo (ou do Miguel)
(segue-se um beijinho no local)

Entretanto, achei que era um mundo a explorar e, com o Miguel, rapaz dado à má disposição matinal e à telha em geral, descobri que o truque musical também traz sorrisos. No fundo é um Prozac que actua em segundos, sem efeitos laterais, com excepção dum belo sorriso, tal como pede a minha música.
As Mães são fadas mascaradas de pessoas mas, às vezes, são tão pessoas, tão pessoas , tão pessoas que se esquecem que são fadas com poderes mágicos, truques infalíveis e pós de perlim pim pim na ponta dos dedos. Eu também me esqueço, mas felizmente tenho filhos que sabem disto melhor do que eu e me lembram de vez em quando. Lembram-me que sou uma fada quando me pedem a música do dói-dói, quando me dizem, em momentos de semi-discussão, que aquilo que lhes falta para estarem bem dispostos é miminhos nas costas com as unhas (dito pelo Diogo) ou um abraço meu (dito pelo Miguel).
E segue um beijo mágico e cheio de estrelinhas para todas as fadas com que me cruzo que, com poucos adereços fazem a magia acontecer!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016


O Verão aterrou no meu cabelo. 

New year resolution?
Nop. 
Last year resolution mas com new year time to do it.
Apesar de estar mega loira e o meu sonho capilar alternar entre um ruivo suave e um castanho amêndoa, posso dizer que estou muito satisfeita.
Feliz por este ano começar com "tempo" para o que planeio e com a alegria duma mudança não sonhada.

Esta pequena pessoa dá cabo de mim

Há alturas em que não o aguento, que me apetece tirar férias de ser mãe dele, sabê-lo bem longe de mim, onde não possa ouvir o seu chorro TÃO frequente, as suas birras irritantes, a palavra mamã repetida até à exaustão. Há dias em que eu queria que ele não me quisesse para nada. Vestir, despir, dar de comer, desapertar o cinto do carro, sentar e tirar da cadeirinha, apanhar um brinquedo que cai, ler a história e deitar, acudir pesadelos e outras maleitas nocturnas, dar colo, limpar o ranho, dar remédios, tirar sapatos, levar a fazer xixi, limpar o rabo, pentear, arranjar as meias que estão a cair, cortar a carne e dar a sopa... tudo (e muito mais) tem de ser feito por mim, sob pena duma avalanche de lágrimas e dum chorro sem fim.
Isto cansa, mói e leva a minha paciência ao limite.
É tão mais simples ser uma "boa mãe" ( seja lá o que isso for) dum filho fácil.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Tenho uma amiga #16

Cujo nível de exigência com os filhos lhe causa angústia e frustração intensa. Bastava "apenas" baixar as expectativas e seria uma Mãe muito mais feliz.

2016

Ainda não enfiei os dois pés em 2016. passaram-me um pouco ao lado as resoluções de ano novo tão típicas, desde a alimentação mais saudável, o exercício físico, um maior nível de organização e afins e, assim sendo, continuo a enfardar porcarias como se não houvesse amanhã, ainda não retomei o crossfit e a agenda de 2016 ainda nem os aniversários lá tem. Mas confio no dia de hoje, 11 Janeiro, como sendo o 1 de Janeiro mas em duplicado. Soa bem e acho que está mais que na altura de sentir a mudança do ano como uma oportunidade que a vida nos dá a cada 365 dias de nos motivarmos para fazer acontecer qualquer coisa boa. No fundo, os dias são iguais, é apenas o virar de uma página num calendário que nos dá animo, energia e força para a mudança. Engraçado, não é? Uma divisão artificial do tempo, que serve apenas como ferramenta de organização, mas que nos transforma... nem que seja durante meia dúzia de dias.
Pois bem, a minha única resolução oficial para 2016, e que comuniquei em jantar de amigas em Dezembro, é a promessa dum jantar mais elaborado/festivo em minha casa, pelo menos, uma vez por mês. os convidados podem alternar entre família e amigos, mas a ideia é aumentar o convívio, os laços e o consumo de vinho! 

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Acto de rebeldia em construção

Sigo umas quantas nutricionistas portuguesas no instagram porque gosto de tirar ideias e é para isso mesmo que elas por lá andam. Há uma que mostra sempre a sua "merenda" da manhã e da tarde pede para partilharmos a nossa. Juro que um dia respondo "sandes de panado".

domingo, 6 de dezembro de 2015

Mudar é o verbo #4





Durante 7 anos de trabalho em Centros de Saúde ouvi dezenas (centenas?) destes discursos de mulheres nos seus 40, 50, 60, 70 anos. arrependidas do que não fizeram, do que protelaram, do que esqueceram, do que não viveram em nome dum suposto bem maior. Se, para as mais antigas, foi o abandonar duma possível carreira porque o marido não queria que trabalhasse fora, era mal visto, ou porque alguém lhes disse que deveriam cuidar da família, para outras foi o "abandonar" do tempo em família porque agora podiam trabalhar, ser mais fortes na sociedade, ter um papel activo, uma profissão em crescente. E, em ambos os diferentes discursos, a tristeza por vezes saltava por não terem tido a possibilidade de fazer o que as realmente fazia felizes. Obviamente que fui ouvindo muita gente feliz com as escolhas que fez, mas tantas vezes pensei para mim que não queria, um dia mais tarde, ter aquele discurso, o do "e seu tivesse feito o que o meu coração mandava". Foram essas mulheres o mote para  minha mudança, para a minha coragem para a mudança. E, sempre que penso neste assunto, a palavra coragem salta sozinha. É estúpido, mas a verdade é que parece que é preciso ter coragem para assumir que aquilo que nos faz feliz não vai ao encontro à maioria, não segue a maré. Senti que muita gente me olhou de lado por dizer que queria deixar do Centro de Saúde para ter tempo para ser mais Mãe, sinto que me acham uma preguiçosa quando digo que não tenho o menor interesse em fazer a tese de mestrado e ficar apenas com pós graduação do ano curricular. Não faço porque não gosto, não me traz nenhum benefício e me vai roubar  tempo para o que realmente ME importa. 
E ouvir este vídeo só me reforça alguns gestos, como o deitar-me todas as noites com os meus filhos para que adormeçam com um bocadinho do meu abraço, mesmo que algumas vezes eu também adormeça por lá, mesmo que as teorias todas digam que eles devem saber adormecer sozinhos, mesmo que me tenham dito algumas vezes que não deveria ter acudido a todos os chamamentos nocturnos do Miguel durante os longos meses de falta de sono. O cliché do tempo que voa é a maior verdade da vida e, um dia, eles vão-me pedir para irem para o quarto sozinhos e eu terei a minha memória cheia e consolada. 
Provavelmente chegarei à minha terceira idade com pena de muitas coisas que não senti ou vivi, mas tento, todos os dias, que sejam o menos possível.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Quatro

Foi o número de horas que o rapaz dormiu. Convém referir três coisas: primeiro, não estava com febre,segundo, não lhe dei qualquer tipo de medicação e terceiro, só acordou porque alguém saiu de casa e a porta bateu.

De salientar também que o facto da mãe dele escrever dois posts seguidos sobre uma única sesta é um  excelente indicador do seu nível de inveja.
Quando o Diogo crescer e virar adolescente (ai jasus) e vier com conversas do tipo: ai quem me dera ser adulto e tal, os crescidos fazem o que lhes apetece e mandam na sua vida e tal, , vou-lhe lembrar o dia de hoje, sexta feita 27 de novembro, black friday até, e vou-lhe dizer que, enquanto ele dorme uma sesta que já vai em três boas horas (mas ainda não acordou), a mãe dele, adulta e autónoma que manda na sua vida, está agarrada ao power point a fazer uma apresentação sobre um artigo que fala do impacto da vitamina D em senhoras velhinhas em lares.
Realmente, ser adulto é mesmo do melhor que há!! Yupii

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Ai meu Deus, ai meu Deus, ai meu Deus

O meu coração até acelerou quando li esta receita, que até nem é do demónio, mas vai-me fazer muito feliz. Preciso muito de organizar qualquer coisa com mais 29 pessoas para eu comer só 1. É que eu detesto restos de coisas boas, ficam ali a a chamar-me baixinho, tão baixinho que só mesmo eu é que oiço. E eu, boa pessoa como sou, sinto-me no dever moral de os comer. Assim sendo, basta inscreverem-se na caixa de comentários e, quando formos 30 eu prometo que faço isto para vocês num mega evento solidário. Solidário com as minhas papilas gustativas, claro está.


A receita está todinha neste blogue que todos os dias me abre o apetite. Como se eu precisasse...

Aleatoriedades minhas #24

Acho ridículo, profundamente ridículo, que de cada vez que um médico vai à televisão, vá vestido com bata e estetoscópio. Pior mesmo só quando vão equipadinhos com a roupa de ir para o Bloco. Por acaso os juízes vão de beca e martelinho na mão? Um detective vai de lupa e máquina fotográfica? Um anatomista vai de bisturi em punho? O dentista vai de máscara na boca? As stripers vão já nuas?
Juro que não entendo esta necessidade de mascarar os médicos de "senhores doutores" quando vão a um qualquer talk show.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Alegria é #17

Saber que existem pessoas que fazem muito mais que a sua obrigação no seu trabalho, saber que dão de si a quem as procura. Alegria é ter essas pessoas a trabalhar comigo.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Leis (quase) absolutas da maternidade #9

Ter um filho que dorme mal é muito, muito, mas mesmo muito pior do que um filho que come mal. 
Porque, mesmo que ele não coma, nós podemos comer na mesma.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Macacaquices

senhora dona macaca, de vez em quando dá-me destas prendas e, como tenho aqui duas pacientes a falar vou-me dedicar a fazer-lhe a vontade. Afinal, nunca se contraria uma mulher grávida.

1. Gostavas ou vês-te a viver do blogue?
Não consigo responder um sim nem um não definitivos. Se escrever estas palermices, sem pressões ou prazos, me desse dinheiro, não deixava de ter o seu interesse. Mas, se este fosse o meu único trabalho talvez não tivesse metade para dizer. O que eu penso e escrevo vem-me da rotina do dia a dia, do trânsito para o trabalho, das pessoas com quem falo e, claro está, da minha dinâmica familiar. No fundo, tinha de ser alguém muito louco para me pagar fosse o que fosse por o que aqui se escreve. Sinceramente, e com todod o respeito por quem o faz, não me imagino a fazer posts "a pedido" sobre esta ou aquela marca.

2. Qual o primeiro blogue que abres quando te sentas ao PC (o teu não conta)?
Regra geral vou pela ordem que está à direita no meu blogue e esta é uma ordem cronológica de posts. Curiosamente, vejo que a pipoca até nem está ali á direita, mas até gosto de ir lá espreitar.

3. Três objectivos que tenhas para o teu blogue em 2016.
Nenhum.
Nenhum.
Nenhum.
mentira, apenas espero que ele continue a ser um reflexo do meu dia a dia, bem disposto, apalermado aqui e ali e com muito amor.

4. Se pudesses trocar de blogue com alguém, com quem seria?
Trocava com uma qualquer blogger de viagens. Mas há dúvidas?

5. Porque é que começaste um blogue? E porque o mantens?
Comecei, algures em 2005/2006 o Palavras Dementes que me entreteve durante uns anos. Entretanto deixei de lá escrever e, quando engravidei do Diogo apeteceu-me voltar a escrever e partilhar. Mantenho por isso mesmo, porque gosto da partilha no geral. Gosto de partilhar uma palermice qualquer que me surge porque sei que alguém se vai rir com isso, gosto de partilhar dúvidas que são até muito minhas, mas sei que vai haver alguém com um dilema semelhante e se vai sentir melhor por se saber acompanhada na dúvida, gosto de partilhar as peripécias dos meus filhos porque são meus e isso basta, gosto de partilhar o que sinto por eles porque acho um sentimento bonito demais para ficar guardado.

6. Gostavas de conhecer pessoalmente os autores dos blogues que segues?
Conheci duas bloggers que seguia, a Kiki do Familia 3e meio e a Magda do Mums the Boss. As experiências não podiam ter sido melhores e, se a primeira mora longe de mim e mesmo assim vamos mantendo um contacto ocasional ( e até já me arranjou bilhetes para um concerto do Seu Jorge), a segunda virou amiga do coração, com quem falo quase todos os dias, nem que sejam 2 ou 3 frases no whats app. Uma troca de emails a propósito de blogues que terminou com uma admiração e respeito mútuo enormes, ao ponto dela me ter convidado para fazer a apresentação do seu livro. Assim sendo, a julgar por esta amostra, acho que gostava de os conhecer a todos. (Ah, já me esquecia que também conheço a Ursa, do quadripolaridades e, tal como no blogue, a pessoa é tola como uma casa, mas com uma capacidade de mobilizar pessoas para o bem que admiro bastante.)

7. Define o meu blogue em meia dúzia de palavras... ou numa, vá!
Simples. Objectivo. Verdadeiro mas também misterioso. 

8. O que te faz fechar imediatamente um blogue e nunca mais lá voltar?
Demasiado cor de rosa, no sentido da cor e no sentido da forma como se descreve os dias. mas também não gosto deles demasiado negros e amargurados. Não gosto de pseudo pessoas. Não gosto de demasiados pontos de exclamação. Não gosto de 356 fotos do filho a babar-se. Não gosto de pseudo fashionistas nem demasiados must have matchy matchy wanna be a jumpsuit. (é macacão minha gente).

9. Qual a tua maior fonte de inspiração para escrever no teu blogue?
Resposta básica e simplista, mas verdadeira: a vida simples do dia a dia.

10. Que características te prendem a um blogue?
As imagens, a pessoa que escreve, o sentido de humor, o sarcasmo simpático, os posts publiciários de coisas que gosto, as histórias reais escritas em poucos parágrafos, o sentido de humor, as receitas fáceis e bonitas, o facto de escreverem com regularidade, as vidas como a minha, ou seja, gosto de ler coisas que podiam ter acontecido comigo, por exemplo. No fundo, a sensação de identificação.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Leis (quase) absolutas da maternidade #8

Os miúdos são más pessoas. Muito más pessoas que detestam e são contra o descanso dos pais, porque, se durante a semana, é preciso fazer o pino e um mortal encarpado para que saiam da cama entre as 8.15/8.30h, ao fim de semana acordam frescos e fofos às 7.30h.
Más pessoas.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Isto está a ser demasiado declarado


  1. Anda toda uma blogosfera a ler o meu blog e a copiar o meu talento e estilo único no que à moda diz respeito (NOT). Ora cliquem aqui, mesmo aqui, e digam se não tenho razão.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

E não é que me voltou a copiar? Não tarda ainda me aparece a pedir sapatinhos das Xancas para ela e para as gordas dela. Só para andar igual a mim!

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Amor de filho

Tanto se fala no amor de mãe pelos filhos, que não se ama igual dois filhos, que não se educa de maneira igual porque nos surgem em fases diferentes da vida, são duas pessoas diferentes. E depois há quem insista em dizer que não, que o amor da mãe é igual para todos, ocupam lugar idêntico no coração. Mas, a verdade, é que ninguém fala do amor de filho. Os meus filhos amam-me e "vivem-me" de formas tão distintas e perfeitas. 
O Diogo tem-me amor no olhar, na intenção e nos gestos. É um amor tranquilo, sereno e seguro e, aquilo que ele sente por mim é o suficiente para que adormeça tranquilo no meu abraço. O amor do Diogo é passivo, sou eu que o agarro antes de adormecer e ele deixa-se ir no embalo das minhas mãos nas suas costas. O Miguel tem-me amor na pele, um amor ansioso, turbulento e que precisa de toque. O Miguel esfrega as bochechas nas minhas mãos quando o vou buscar à escola, enrosca-se nos meus braços, procura o meu calor. O amor do Miguel é intenso, por vezes raivoso e descontrolado, quando me aperta a cara e cerra os dentes. O amor do Miguel é activo, é ela que me abraça antes de dormir, é ele que me acaricia a face e diz "tu é muito uinda" e depois me dá beijos. 
E eu sou feliz nestes dois amores, neles me encontro. E, se há dias em que tudo o que preciso é dum amor tranquilo, noutros a exigência também me sabe bem, porque me faz sentir querida. Sou suspeita, é certo, mas acho que tenho a combinação perfeita.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Aleatoriedades minhas #23

Admiro IMENSO aquelas pessoas que sacam, em variadíssimas circunstâncias, sacam duma bisnaga da carteira e besuntam as mãos. Mulheres que carregam consigo creme de mãos merecem todo o meu respeito.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

E não é que ela lê o meu blog e quis comprar uma carteira igual à minha? Mas, para disfarçar, mudou a cor.
Eu sabia que era uma trendsetter, não tarda nada estou a receber emails com dúvidas da Olivia.