quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Estou em Alpendorada. São 18.40h e estou desde as 9h sem o meu pequeno. O coração começou a apertar lentamente, aos pouquinhos como se a saudade estivesse a querer ser discreta. Mas agora já não dá para não pensar, não ir ver fotos ao iphone, não ligar para saber como está. Isto está a custar. Não deia sopa nem a papa, não o pus para dormir nem brincamos com a bola ou com os livros. Ainda não lhe cantei a música da minhoca hoje para ver o sorrir de imediato e abanar os braços.
Ai que saudades, que saudades, que mil saudades gigantes.
Vou-te apertar tanto, vou-te dar tanto beijo, vou-te cheirar todinho e vou explodir quando abrires os braços e saltares para o meu colo!

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