
E não são necessariamente maus. Mesmo que ás vezes o pareçam.
Sou do fogo, dizem os astros, e detesto que me apaguem. Quando fico em lume brando, viro dúvida, viro medo de deixar de amar. Mas acho que serei sempre assim, acima e abaixo, o muito e o receio do pouco. E, para serenar, preciso de um terramoto, ou mesmo só de um pequeno abalo, sem tradução na Escala de Richter.
E o meu lado esquerdo do peito ás vezes dá-me cabo do que que está acima do pescoço. Anatomias que se confundem e se misturam sem pedir autorização. Mas fazem bem, porque sou só uma. Uma tola.
1 comentário:
Isto de ser do fogo faz de nós assim, um querer muito. sempre. não é necessariamente mau. como gosto de ti assim! saudades, dos 3!!!! ****
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