Eduardo Sá
Sempre acreditei nisto e continuo a acreditar, mas confesso... na maior parte das vezes não consigo. O meu primeiro pensamento vai sempre para aquele que deveria ser o segundo. Assumo. Discordo de mim própria em pequenos gestos, mas às vezes o útero fala mais alto que o coração. Acredito que passe, não que o amor diminua, mas fica mais calmo.
A verdade é que precisamos de crescer um pouco em todas as fases da vida, e há dias em que "me falta um bocadinho assim"!
A verdade é que precisamos de crescer um pouco em todas as fases da vida, e há dias em que "me falta um bocadinho assim"!
3 comentários:
Não concordo com o Eduardo Sá (aliás discordo várias vezes). Acho que uma e outra relação estão a par, não uma primeira do que a outra. O investimento numa e noutra deve ser equilibrado, equitativo e não se deve dar prioridade a qualquer uma delas.
Mas isto sou eu, pessoa longe das psicologias...
Concordo plenamente contigo Ana, mas entendo o que o Eduardo Sá diz. Talvez seja uma forma de aviso, no sentido de não descurar da primeira relação. E entendo também que, um casal feliz, que se cuida e se ama, vai muito melhor transmitir felicidade e amor aos seus filhos. No fundo, vai ser um exemplo daquilo que eles devem ambicionar para eles próprios.
Dito assim, como ele disse, parece muito complicado. E até nos faz sentir um pouco de culpabilidade - ai a mente humana! - mas é nas pequenas coisas de casal que devem ser feitas a dois e não a três (ouviu?) que mostra uma boa capacidade de gestão de tudo, inclusivamente dos afectos.
A relação de casal não deve ser colocada acima de tudo mas no plano que lhe pertence. Quando são coisas de pais, são coisas de pais; quando são coisas de família são coisas de família. mas quando são coisas do casal,esse espaço deve existir.
Não te esqueças: o casal é o balão de oxigénio da família.
Acho que vou copiar esta reflexão e botar no face:)
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