Conheci o John Legend há mais de dez anos, por mero acaso. Naquela altura, de forma mais ou menos regular cometia a ilegalidade de fazer o download de músicas e álbuns inteiros de um qualquer programa cujo nome já não me recordo, e , ao engano foi-me parar ao computador o álbum "Live at the knitting factory". Fiquei maravilhada, viciada e apaixonada por este senhor. Depois apaixonei-me pelo Pedro e a música "Refuge", desse mesmo álbum, tornou-se "a nossa música", aquela que juntos cantávamos alto nas viagens de carro, a que nos fez delirar no nosso casamento, a que ainda hoje ouço com a mesma emoção. Desde então não há álbum que saia que eu não compre, já o vi em concerto em Portugal por duas vezes e, estivemos quase para o ir ver a Londres também.
Até há um, dois anos, não sabia nada da vida pessoal dele, limitava-me a ouvi-lo em repeat, não lhe conhecia a mulher, acho até que nem sabia que era casado. Conheci-a (sacana do caraças) e ainda fiquei a gostar mais daquele universo. A sacana é gira que se farta, tem uma página de instagram com um sentido de humor fora de série, é completamente autêntica, formam um casal para lá de maravilhoso, lidaram publicamente com a infertilidade de uma forma naturalíssima e agora têm uma filha que dá vontade de trincar. A bem dizer, são as únicas celebridades que sigo no instagram e, da mesma forma que o Pedro tem direito aos seus "free pass" o Johinho é o meu.
A verdade é que, mais de dez anos a ouvi-lo e o senhor ainda me surpreende e lança mais uma música deliciosa e com um videoclip cheio de histórias de amor, incluindo a dele.
1 comentário:
adorei a expressão "free-pass"... e assino por baixo!
para nós, ele é uma verdadeira legend!!! ;)
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