Gosto de observar Mães. Gosto de ver a forma como olham os filhos, como saem luzes e raios de amor, como sorriem com os olhos. Não há outro olhar assim e eu sinto, tantas vezes, os meus olhos a enrugarem, enrugarem, enrugarem quando querem sorrir, quando sinto o orgulho deles serem meus. O olhar de Mãe denuncia, é terno. O olhar de mãe é uma extensão do coração, dos braços e do colo. Eu sinto quando os olho de forma diferente, quando o coração palpita e acelera de amor, de vontade de os abraçar, de os guardar só para mim. Quantas e quantas vezes me apeteceu guardar eternamente aquilo que os meus olhos viam e, da forma como viam, porque estou certa que ninguém lhes vê a beleza e a doçura que eu lhes vejo.
E, esta semana tive a sorte de alguém, com uma sensibilidade única me captar este olhar embevecido, emocionado e orgulhoso. Estas são, provavelmente, as fotos mais bonitas que tenho de mim, porque sou eu por ele, pelo Diogo. Sou eu, feliz por o olhar.

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